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SUMMARY:Djamila Ribeiro lança nova edição de “Lugar de fala” e abre celebrações de 40 anos do Sempre Um Papo
DESCRIPTION:O Sempre Um Papo inicia as comemorações de seus 40 anos de trajetória com a participação da filósofa e escritora Djamila Ribeiro\, que apresenta a edição comemorativa ampliada de “Lugar de fala” (Rosa dos Tempos / Record). O encontro acontece no dia 13 de julho\, segunda-feira\, às 19h\, no Auditório do TCEMG\, em Belo Horizonte. A entrada é gratuita\, por ordem de chegada\, conforme a capacidade do espaço. Após o debate\, haverá sessão de autógrafos. \nConsiderada uma obra de referência nos debates sobre representatividade\, racismo e democracia no Brasil\, “Lugar de fala” ganha uma nova edição com capítulos inéditos\, ampliando a reflexão proposta por Djamila Ribeiro sobre como as posições sociais influenciam a construção dos discursos\, a produção de conhecimento e os processos de silenciamento presentes nas estruturas sociais. \nPublicado originalmente em 2017\, o livro recebe uma edição comemorativa ampliada lançada em junho de 2026 pelo selo Rosa dos Tempos\, da Editora Record. A publicação integra a Coleção Feminismos Plurais e conta com quatro capítulos inéditos\, além de apresentação da filósofa e escritora Grada Kilomba e prefácio da autora Chimamanda Ngozi Adichie. \nNa obra\, Djamila Ribeiro desenvolve o conceito de “lugar de fala” para discutir como diferentes experiências sociais atravessam a construção das vozes na sociedade. O livro aborda desigualdades\, poder e produção de conhecimento\, aproximando reflexões acadêmicas do debate público. \nFilósofa\, escritora\, professora e pesquisadora\, Djamila Ribeiro é mestre em Filosofia Política pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e atua nas áreas de feminismo negro\, relações raciais e direitos humanos. É autora de “Quem tem medo do feminismo negro?”\, “Pequeno manual antirracista” e “Lugar de fala”\, obras que se tornaram referências no pensamento contemporâneo brasileiro. \nA edição especial integra a programação de 40 anos do Sempre Um Papo\, que em 2026 celebra quatro décadas de encontros entre autores e leitores. Criado em Belo Horizonte pelo jornalista e gestor cultural Afonso Borges\, o projeto já realizou mais de 9 mil eventos em diversas cidades brasileiras\, promovendo o acesso gratuito à literatura e ao debate público. \nAo longo de sua trajetória\, o Sempre Um Papo consolidou parcerias com instituições e realizou encontros com importantes nomes da literatura e do pensamento contemporâneo\, como Ana Maria Gonçalves\, Mia Couto\, Itamar Vieira Junior\, Conceição Evaristo e Ailton Krenak. A programação comemorativa de 40 anos também já confirmou participações de Bruna Lombardi\, em agosto\, e Cristovão Tezza\, em setembro. \nA parceria com o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG) amplia esse percurso ao aproximar literatura\, cidadania e temas ligados à vida coletiva\, como educação\, meio ambiente\, território e direitos. O projeto Sempre Um Papo – 40 anos tem patrocínio da Copasa e do Itaú\, por meio da Lei Rouanet\, e é realizado em conjunto com o TCEMG e o TCECultural. \nO ano comemorativo também marca o reconhecimento da trajetória de Afonso Borges\, que recebeu em junho de 2026 o Prêmio Faz Diferença\, concedido pelo jornal O Globo na categoria Livros. A homenagem destaca sua atuação na formação de leitores e na democratização do acesso à cultura. \nServiço \nSempre Um Papo TCE CulturalDjamila Ribeiro – lançamento de “Lugar de fala” \nData: 13 de julho de 2026 (segunda-feira)Horário: 19hLocal: Auditório do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG)Av. Raja Gabaglia\, 1.315\, Luxemburgo – Belo Horizonte \nEntrada gratuita\, por ordem de chegada\, conforme capacidade do espaço.
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SUMMARY:Estação do Samba celebra o samba comunitário no Dom Cabral
DESCRIPTION:Primeira edição do projeto acontece no dia 19 de julho\, dentro do 2º Arraiá do Trem Du Bão\, com apresentações do Amigos do DomCa\, Fabinho do Terreiro\, Amanda Júlia e Waguinho Marrone \nO samba produzido nas comunidades de Belo Horizonte ganha um novo espaço de encontro. No próximo domingo\, 19 de julho\, o Estação do Samba realiza sua primeira edição na Praça da Comunidade\, no bairro Dom Cabral\, com programação gratuita das 15h às 17h30. \nA estreia reúne o grupo anfitrião Amigos do DomCa e os convidados Fabinho do Terreiro\, Amanda Júlia e Waguinho Marrone\, em uma tarde dedicada à valorização do samba\, da cultura popular e dos artistas que movimentam os territórios da capital mineira. \nCriado para fortalecer a produção artística local\, promover o intercâmbio entre sambistas de diferentes regiões da cidade e ampliar o acesso à cultura\, o projeto realizará quatro encontros ao longo dos próximos meses. Cada edição contará com apresentações musicais\, feira de economia criativa\, comercialização de comidas e bebidas\, espaço para crianças e atividades voltadas para toda a família. \nDa mobilização comunitária ao encontro de samba\nO Estação do Samba nasceu a partir de uma experiência comunitária promovida pelo Bloco Trem Du Bão. Durante uma ação para arrecadar recursos destinados a obras na Associação de Bairro do Dom Cabral\, o bloco organizou um arraiá aberto ao público. Sem recursos para contratar uma atração musical\, moradores e músicos da comunidade decidiram se reunir para uma apresentação voluntária. \nDessa iniciativa surgiu o Amigos do DomCa\, grupo formado por Maurilio Rabello (Badá)\, Rodrigo\, Flávio\, Caio\, Reginaldo\, Evandro e Júlio. A mobilização reuniu moradores\, fortaleceu os vínculos comunitários e revelou a música como uma ferramenta de encontro\, pertencimento e convivência. \nA repercussão positiva da iniciativa inspirou a criação do Estação do Samba\, que passa a ocupar a Praça da Comunidade com uma programação gratuita voltada à valorização do samba como expressão da cultura popular e patrimônio cultural brasileiro. \nNesta primeira edição\, o encontro entre o Amigos do DomCa\, Fabinho do Terreiro\, Amanda Júlia e Waguinho Marrone celebra diferentes trajetórias do samba belo-horizontino e reforça a importância da valorização dos artistas locais e da ocupação dos espaços públicos pela cultura. \nRealizado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte (LMIC)\, na modalidade Fundo Municipal de Cultura\, o projeto busca fortalecer quem faz samba na cidade\, incentivar a circulação de artistas e transformar a Praça da Comunidade em um espaço permanente de encontro\, convivência e celebração da cultura popular. \n2º Arraiá do Trem Du Bão\nA estreia do Estação do Samba integra a programação do 2º Arraiá do Trem Du Bão\, que acontece nos dias 18 e 19 de julho\, na Praça da Comunidade\, no bairro Dom Cabral. \nEm sua segunda edição\, o evento reúne música\, encontros de batuqueiros\, samba\, sertanejo\, quadrilha\, apresentações culturais\, show de prêmios\, comidas e bebidas típicas\, feira de economia criativa e atividades para toda a família. \nCriado pelo Bloco Trem Du Bão\, o arraiá celebra a cultura popular e os encontros comunitários\, transformando a Praça da Comunidade em um espaço de convivência\, lazer e valorização das tradições culturais. \nServiço\nEstação do Samba – 1ª ediçãoData: 19 de julho de 2026 (domingo)Horário: 15h às 17h30 \nAtrações:Amigos do DomCaFabinho do TerreiroAmanda JúliaWaguinho Marrone \nLocal: Praça da Comunidade – Dom Cabral – Belo Horizonte (MG)Entrada: gratuita \n2º Arraiá do Trem Du BãoDatas: 18 e 19 de julho de 2026 \nHorários:18 de julho (sábado): a partir das 15h19 de julho (domingo): a partir das 10h \nProgramação: música\, encontros de batuqueiros\, samba\, sertanejo\, quadrilha\, apresentações culturais\, comidas e bebidas típicas\, feira de economia criativa e atividades para toda a família. \nLocal: Praça da Comunidade – Dom Cabral – Belo Horizonte (MG)Entrada: gratuita
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SUMMARY:Feira Tereza de Benguela comemora 11 anos de associação de trabalhadoras domésticas e o Julho das Pretas
DESCRIPTION:Evento gratuito acontece no dia 25 de julho\, na Praça do IAPI\, reunindo exposição de empreendedoras\, programação cultural\, serviços públicos e ações voltadas à autonomia econômica das mulheres negras \nNo dia 25 de julho\, data em que é celebrado o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia de Tereza de Benguela\, a Associação de Trabalhadoras Domésticas Tereza de Benguela comemora 11 anos de atuação com a realização da primeira edição da Feira Tereza de Benguela. O evento acontece das 9h às 17h\, na Praça Professor Corrêa Neto\, no IAPI\, com entrada gratuita\, integrando a programação do Julho das Pretas\, promovida pelo Departamento de Promoção da Igualdade Racial (DPIR) da Prefeitura de Belo Horizonte. \nA feira integra um projeto da Associação voltado ao fortalecimento da autonomia econômica de trabalhadoras domésticas diaristas de Belo Horizonte e da Região Metropolitana. A iniciativa busca ampliar as oportunidades de geração de renda\, incentivar o empreendedorismo e valorizar os saberes e a produção dessas mulheres\, que compõem uma categoria formada majoritariamente por mulheres negras e ainda marcada pela informalidade\, pela instabilidade nas relações de trabalho e pela dificuldade de acesso a direitos. \nAo longo do dia\, o público poderá conhecer o trabalho de 17 expositoras\, entre trabalhadoras domésticas\, associadas da Tereza de Benguela\, integrantes da Associação de Moradores do IAPI e participantes da Feira do IAPI. As barracas oferecerão comidas\, bebidas\, artesanato\, brechó\, plantas e temperos. A programação também contará com apresentações culturais\, atividades para crianças e ações de atendimento à comunidade.  \nPara a presidente da Associação de Trabalhadoras Domésticas Tereza de Benguela\, Renata Aline\, a feira celebra a trajetória construída pela entidade ao lado das trabalhadoras domésticas e reafirma o compromisso com a defesa da categoria. \n“A Feira Tereza de Benguela representa um momento muito especial para a nossa Associação. Celebrar os nossos 11 anos de atuação em Belo Horizonte por meio desta iniciativa é reafirmar o compromisso que construímos\, ao longo de mais de uma década\, com a defesa dos direitos\, da dignidade e da valorização das trabalhadoras domésticas e diaristas.” \nA realização da feira também marca uma construção coletiva entre a Associação\, a comunidade do IAPI e o poder público. \n“A realização da Feira só foi possível graças a uma importante parceria com o IAPI e a Diretoria de Políticas para a Igualdade Racial\, a DPIR. É uma construção coletiva\, feita com diálogo\, dedicação e\, acima de tudo\, com o envolvimento das nossas associadas\, que são a força e a razão de existir da nossa entidade.” \nA escolha da data reforça o significado da iniciativa. Além de marcar os 11 anos da Associação\, o dia 25 de julho homenageia Tereza de Benguela\, liderança quilombola que se tornou símbolo da resistência negra\, e celebra o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. Ao reunir cultura\, geração de renda e serviços gratuitos em um mesmo espaço\, a Feira Tereza de Benguela fortalece redes de apoio e amplia a visibilidade do trabalho desenvolvido por mulheres negras da cidade. \n“Celebrar esses 11 anos é também reconhecer cada mulher que caminhou conosco\, que compartilhou sua história\, que fortaleceu outras trabalhadoras e que ajudou a construir esta Associação. Tereza vive!”\, conclui Renata. \nA realização da feira integra um conjunto de ações previstas no projeto apoiado pela Fundação Banco do Brasil\, que prevê duas edições da Feira Tereza de Benguela. A primeira acontece em julho\, dentro da programação do Julho das Pretas\, e a segunda está prevista para o fim deste ano.  \nServiço\nFeira Tereza de Benguela – Julho das Pretas \nData: 25 de julho (sábado)\n Horário: 9h às 17h\n Local: Praça Professor Corrêa Neto – Praça do IAPI\n Endereço: Praça Professor Corrêa Neto\, 43 – São Cristóvão – Belo Horizonte (MG)\n Entrada: Gratuita
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SUMMARY:Festival Sensacional! reúne nomes da música negra brasileira em edição com rap\, pop\, MPB e ritmos afro-brasileiros
DESCRIPTION:A 13ª edição do Festival Sensacional!\, marcada para os dias 8 e 9 de agosto\, no Parque Ecológico da Pampulha\, em Belo Horizonte\, reúne uma programação marcada pela presença de artistas negros de diferentes gerações e territórios. O evento apresenta nomes que atravessam o rap\, o funk\, o pop\, o R&B\, a MPB e as tradições afro-brasileiras\, evidenciando a diversidade da produção musical contemporânea. \nEntre os destaques do sábado (8) está o encontro entre os rappers mineiros Djonga e FBC. A apresentação reúne dois artistas fundamentais para a consolidação do rap produzido em Belo Horizonte e revisita momentos das trajetórias construídas por ambos\, com repertório que inclui músicas em parceria e faixas que marcaram a cena nacional do hip-hop. \nA data também marca a primeira participação de Sarah Sampp no Festival Sensacional!. A artista mineira apresenta o projeto “Visão Piranha”\, mixtape que reúne sete faixas e participações de Mac Júlia e Djonga. O trabalho parte de referências da cultura preta dos anos 1980 para construir uma narrativa que conecta música\, audiovisual\, moda e memória. \nEm “Visão Piranha”\, Sarah Sampp resgata elementos de gêneros como R&B\, Miami Bass\, funk\, soul e hip-hop\, criando uma estética própria a partir do olhar de uma artista jovem da cena mineira. O projeto também incorpora referências da televisão brasileira das décadas de 1980 e 1990\, transformando os lançamentos da mixtape em episódios de um universo ficcional criado pela artista. \nA programação de sábado ainda reúne Gaby Amarantos\, artista paraense que se tornou uma das principais vozes na valorização da música amazônica e do tecnobrega; e Pabllo Vittar\, que leva ao palco uma mistura de ritmos populares brasileiros\, como forró\, arrocha\, tecnobrega e funk. \nO trio Os Garotin apresenta uma sonoridade atravessada pelo soul\, R&B\, hip-hop\, MPB e pop\, enquanto os Gilsons levam ao festival uma pesquisa musical que dialoga com ritmos afro-brasileiros e a tradição construída pela família Gil. \nA nova geração da música urbana também aparece na programação com NandaTsunami\, que transita entre trap\, funk e música eletrônica\, e Sotam\, rapper que combina lirismo\, melodias e influências do R&B em sua produção. \nNo domingo (9)\, o festival recebe o grupo baiano BaianaSystem\, que construiu sua identidade a partir do encontro entre música afro-baiana\, reggae\, sound system e elementos eletrônicos. A apresentação integra a circulação do álbum O Mundo Dá Voltas\, trabalho que ampliou o alcance nacional do grupo. \nO encerramento fica por conta de Gilberto Gil\, um dos principais nomes da música brasileira. Com uma trajetória atravessada pela cultura afro-brasileira\, pelo tropicalismo e por diferentes tradições musicais\, o artista apresenta um repertório que percorre diferentes fases de sua carreira. \nCriado em 2010\, o Festival Sensacional! nasceu no Viaduto Santa Tereza e fez parte do movimento de ocupação cultural dos espaços públicos de Belo Horizonte. Ao longo de mais de uma década\, o evento passou por diferentes locais da cidade e se consolidou como um dos festivais de música mais importantes da capital mineira. \nOs ingressos para sábado estão esgotados. As entradas para domingo\, que terá apresentações de BaianaSystem e Gilberto Gil\, continuam disponíveis. \nServiço\nFestival Sensacional! 2026\nQuando: 8 e 9 de agosto de 2026\nHorário: 13h às 23h\nLocal: Parque Ecológico da Pampulha – Avenida Otacílio Negrão de Lima\, 6.061 – Belo Horizonte\nIngressos: disponíveis pela Sympla
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SUMMARY:Taís Araújo apresenta “Mudando de Pele”\, espetáculo sobre identidade e transformação
DESCRIPTION:Uma das principais atrizes negras da dramaturgia brasileira\, Taís Araújo chega a Belo Horizonte neste fim de semana com o espetáculo “Mudando de Pele”\, seu primeiro solo teatral e montagem que marca seu retorno aos palcos após cinco anos. A peça será apresentada nos dias 8 e 9 de agosto\, no Centro Cultural Unimed-BH Minas\, dentro da programação dos 25 anos do projeto Teatro em Movimento. \nCom direção de Yara de Novaes\, a montagem acompanha a trajetória de Mayah\, uma mulher próxima dos 40 anos que questiona os lugares que ocupa e inicia um processo de transformação pessoal. A personagem passa por uma jornada de reconhecimento da própria identidade a partir do encontro com outras mulheres: Mildred\, uma senhora jamaicana de 90 anos ligada à luta pelos direitos civis\, e Kemi\, uma jovem que constrói sua existência sem abrir mão de sua voz. \nO espetáculo nasce da busca de Taís Araújo por histórias de mulheres que não estejam limitadas às narrativas de dor e sobrevivência. Em “Mudando de Pele”\, a atriz investiga temas como pertencimento\, identidade e as escolhas feitas para se adaptar aos espaços sociais. \nCom mais de 30 anos de carreira\, Taís construiu uma trajetória marcada pela presença de mulheres negras em papéis de destaque no audiovisual e no teatro brasileiro. Nos palcos\, participou de montagens como “O Topo da Montanha”\, ao lado de Lázaro Ramos\, e agora amplia sua relação com o teatro ao protagonizar seu primeiro solo. \nA montagem também reúne artistas negras em sua construção. No palco\, Taís divide a cena com as musicistas Dani Nega e Layla. Dani Nega assina a direção musical do espetáculo\, enquanto Layla apresenta instrumentos como a kora africana\, harpa tradicional dos povos da África Ocidental. \nA direção de Yara de Novaes conduz uma narrativa que mistura atuação\, música e movimento. A diretora\, atriz e professora acumula uma trajetória reconhecida nas artes cênicas brasileiras\, com trabalhos que abordam relações humanas\, identidade e questões sociais contemporâneas. \nA apresentação em Belo Horizonte integra a celebração dos 25 anos do Teatro em Movimento\, projeto criado por Tatyana Rubim para ampliar a circulação de grandes produções teatrais pelo país e aproximar o público mineiro de montagens de diferentes regiões. \nServiço\nTeatro em Movimento apresenta “Mudando de Pele”\, com Taís Araújo \nDatas: 8 e 9 de agosto de 2026\nLocal: Centro Cultural Unimed-BH Minas – Rua da Bahia\, 2.244\, Lourdes – Belo Horizonte \nHorários:\nSábado (8/8): 18h e 20h30\nDomingo (9/8): 17h e 19h30 \nClassificação: 14 anos\nDuração: 80 minutos \nIngressos esgotados
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SUMMARY:Makambas na Rua leva cortejo\, brincadeiras e palhaçaria à Vila Acaba Mundo neste domingo
DESCRIPTION:Mostra cultural começa neste domingo (16) com cortejo pelas ruas da comunidade e apresentação de Led e Lamparina; programação gratuita segue nos dias 23 e 30 de agosto \nA Vila Acaba Mundo recebe\, neste domingo (16)\, a abertura do Makambas na Rua: Brincar\, Contar e Celebrar a Vila Acaba Mundo\, mostra cultural que reúne cortejo\, brincadeiras\, oralidade e manifestações das culturas populares afro-brasileiras. A programação começa às 9h\, na Praça Carioca\, com o Cortejo Makambas\, que percorre as ruas da comunidade convidando as crianças para a programação. Às 10h\, a dupla de palhaçaria Led e Lamparina se apresenta no mesmo local. Todas as atividades são gratuitas. \nRealizada pelo Makamba Brincante\, a mostra ocupa a Vila Acaba Mundo durante três domingos de agosto — 16\, 23 e 30 — com atividades voltadas principalmente às culturas da infância\, à oralidade e às tradições afro-brasileiras. A programação também inclui oficina de brinquedos\, brincadeiras tradicionais\, espetáculo e uma mostra de jovens artistas da própria comunidade. \nA escolha da Vila Acaba Mundo como território da programação está ligada à trajetória das idealizadoras do projeto\, Rita Aragão e Roniza Santiago\, que são artistas\, educadoras e moradoras da comunidade. O trabalho com as crianças do território é desenvolvido há mais de uma década e se tornou uma das bases para a criação do Makamba Brincante. “A nossa história com a Vila Acaba Mundo sempre foi construída ao lado das crianças. É a partir delas que criamos vínculos com as famílias e pensamos ações que fortalecem a convivência\, a memória e o pertencimento”\, afirma Rita Aragão. \nUm domingo de cortejo e palhaçaria\nA abertura do Makambas na Rua começa com o Cortejo Makambas\, que parte da Praça Carioca às 9h e percorre as ruas da Vila Acaba Mundo. A atividade funciona também como um chamado para as crianças participarem da programação. \nNa sequência\, às 10h\, Led e Lamparina apresentam uma performance de palhaçaria. A dupla de artistas negros trabalha em diálogo com as culturas populares\, em uma apresentação que integra a proposta da mostra de aproximar diferentes linguagens artísticas das crianças e das famílias da comunidade. \nA programação continua\nNo domingo seguinte\, 23 de agosto\, a mostra realiza a oficina “Brinquedos de Antigamente”\, das 10h às 12h\, acompanhada por uma manhã de brincadeiras tradicionais. A atividade propõe o encontro entre diferentes gerações a partir dos brinquedos e das formas de brincar. \nO encerramento será no dia 30 de agosto\, novamente na Praça Carioca. Às 10h\, o Makamba Brincante apresenta o espetáculo Menineça Sabi: O Sabor da Infância. Depois\, das 11h30 às 14h\, acontece a Mostra Jovens Talentos\, que reúne artistas da Vila Acaba Mundo. \nA programação foi pensada para acontecer no próprio território e incluir artistas e trabalhadores da comunidade. Para Roniza Santiago\, a proposta também é criar espaço para que os talentos locais apresentem seus trabalhos. “A gente quis que toda a programação acontecesse na Vila Acaba Mundo. Nossa escolha foi fazer os recursos circularem dentro da comunidade\, trabalhar com as pessoas que vivem aqui e mostrar a potência artística que existe no território”\, afirma. \nCultura da infância e memória comunitária\nO Makamba Brincante foi criado por Rita Aragão e Roniza Santiago a partir da atuação das duas como artistas e educadoras. O grupo desenvolve ações em escolas\, centros culturais\, projetos sociais\, praças e comunidades\, reunindo contação de histórias\, música\, brincadeiras\, dança e cultura popular. \nNo Makambas na Rua\, essas linguagens são utilizadas para trabalhar a memória cultural da Vila Acaba Mundo e aproximar crianças\, jovens\, famílias e moradores das manifestações da cultura popular afro-brasileira. \nA mostra é realizada com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Todas as atividades são gratuitas. As apresentações artísticas terão intérprete de Libras\, e a oficina contará com monitor especializado para acolhimento de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. \nServiço\nMakambas na Rua: Brincar\, Contar e Celebrar a Vila Acaba Mundo \n16 de agosto de 2026 – Praça Carioca (Sion)\n9h – Cortejo Makambas\n10h às 12h – Apresentação de palhaçaria com Led e Lamparina \nEntrada gratuita. \nAcessibilidade: intérprete de Libras durante as apresentações artísticas e monitor especializado para acolhimento de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida durante a oficina.
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SUMMARY:Vidas Negras em Cordel promove formação gratuita em BH
DESCRIPTION:Começa nesta terça-feira (1º) a formação gratuita Vidas Negras em Cordel\, realizada pelo Ponto de Cultura Coletivo Iabás\, em Belo Horizonte. A primeira atividade acontece das 16h às 19h\, na Escola Livre de Arte Arena da Cultura NUFAC\, no Centro\, com uma aula dedicada à escrita de cordel. \nA programação reúne três linguagens que se encontram a partir das narrativas negras: contação de histórias afrocentradas\, literatura de cordel e xilogravura. Além da oficina de escrita\, o projeto prevê uma formação em xilogravura e um sarau de cordel ao final da turma. As atividades de contação de histórias já foram realizadas. \nDurante a programação\, o público também poderá conhecer uma exposição de rabecas e matrizes originais utilizadas na impressão de xilogravuras de cordéis clássicos\, pertencentes ao acervo de Olegário Alfredo\, o Mestre Gaio\, mestre de Cultura Popular\, cordelista e rabequeiro. \nA formação é voltada para pessoas com 16 anos ou mais e as inscrições são gratuitas. Esta é a terceira turma do projeto\, que já passou pelo Centro Cultural Liberalino Alves de Oliveira\, no Mercado da Lagoinha\, e pelo Centro Cultural Bairro das Indústrias\, na Regional Barreiro. Em setembro\, o projeto também será realizado no Centro Cultural Urucuia. \nA proposta do Vidas Negras em Cordel parte da literatura de cordel como espaço de criação\, memória e valorização das narrativas negras. As oficinas trabalham com saberes da tradição oral\, poesia e artes visuais para estimular o registro e a ressignificação de histórias e experiências da diáspora negra. \n“Este projeto olha para a história da nossa caminhada. Trazemos os que nos impulsiona e o que nos uniu: a contação de histórias afro centradas feitas por pessoas negras\, acordando nossas histórias que foram intencionalmente esquecidas; a literatura de cordel e o que está agregado\, como a escrita poética do cordel e a arte da xilogravura”\, explica Madu Costa\, arte-educadora\, escritora\, narradora de histórias e cordelista. \nPara Magna Oliveira\, contadora de histórias e educadora antirracista\, a formação também busca ampliar o acesso a essas linguagens e promover encontros entre diferentes gerações. “Queremos também possibilitar a experiência artística transversal nas linguagens que o projeto abraça\, um encontro multigeracional nas salas de trabalho das oficinas proporcionando trocas e afetividades\, trazendo a escuta das histórias da cidade através das histórias dos participantes”\, afirma. \nO projeto é conduzido por integrantes do Coletivo Iabás\, grupo de Belo Horizonte certificado como Ponto de Cultura e dedicado à pesquisa e à narração de histórias sobre os orixás femininos Iabás. Fundado em 2018 por Madu Costa\, Magna Oliveira e Chica Reis\, o coletivo atua nas áreas de tradição oral\, produção cultural\, educação e patrimônio. O Vidas Negras em Cordel é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. \nServiço\nVidas Negras em Cordel – formação gratuita\nQuando: terça-feira\, 1º de setembro\nHorário: 16h às 19h\nLocal: Escola Livre de Arte Arena da Cultura NUFAC\nEndereço: Avenida dos Andradas\, 367\, Centro\, Belo Horizonte\nClassificação: a partir de 16 anos\nValor: gratuito\nInscrições: [formulário de inscrição]\nInstagram: @coletivoiabas
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SUMMARY:Cineclube Mocambo realiza Mostra Maladeza em Belo Horizonte
DESCRIPTION:Quarta edição do projeto\, de 2 a 5 de setembro\, terá seis sessões gratuitas no Cine Humberto Mauro e no Cine Graciano \nO que acontece quando o funk encontra o cinema? Essa é uma das questões que atravessam a Mostra Maladeza — Funk\, Cinema e Vídeo\, quarta edição do Cineclube Mocambo\, que acontece de 2 a 5 de setembro\, em Belo Horizonte. \nCom seis sessões gratuitas\, a mostra reúne filmes\, vídeos digitais\, clipes\, arquivos de internet\, produções virais e memes para investigar as relações entre funk\, música e audiovisual. A proposta é observar não apenas como o funk aparece no cinema\, mas também como suas estratégias criativas\, sonoras e estéticas reverberam em outras formas de produção e circulação de imagens. \nAs sessões serão realizadas no Cine Humberto Mauro e no Cine Graciano e apresentam obras que passam por diferentes formatos e períodos. Entre os trabalhos selecionados estão Estás Vendo Coisas\, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca; Sou Feia Mas Tô na Moda\, de Denise Garcia; Gênesis 22\, de Jeferson De; Terror Mandelão\, de Felipe Larozza e GG Albuquerque; e Gaby Amarantos – Rock Doido (O filme)\, de Guilherme Takshy\, Naré e Gaby Amarantos. \nA curadoria também reúne trabalhos produzidos para a internet e outros formatos audiovisuais\, aproximando diferentes maneiras de criação e circulação relacionadas ao funk. \nA pergunta que orienta a mostra é do videoartista estadunidense Arthur Jafa: “Como fazer com que a música preta ou as imagens pretas vibrem de acordo com certos valores frequenciais que existem na música preta?”. \nNovos curadores\nA edição deste ano também marca a primeira chamada aberta do Cineclube Mocambo para novos curadores. Ara de Araújo\, Arthur Quadra\, Jeane Polva\, Lucas Cabral e Nayara Aguiar foram selecionados e participaram de uma formação com aulas abertas e conversas com GG Albuquerque\, Renan Eduardo\, Rubens Fabricio Anzolin e MC Morena. \nOs cinco passaram a participar da construção das sessões e dos debates junto a Gabriel Araújo e Jacson Dias\, fundadores do Cineclube Mocambo. \nCriado em 2021\, o Cineclube é uma iniciativa de exibição e discussão de filmes realizada em Belo Horizonte. O projeto é voltado à discussão dos cinemas negros brasileiros e internacionais e promove sessões acompanhadas de debates e conversas com o público. \nA Mostra Maladeza — Funk\, Cinema e Vídeo é financiada com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB)\, por meio do Governo Federal em parceria com o Governo do Estado de Minas Gerais\, via Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult-MG). \nServiço\nMostra Maladeza — Funk\, Cinema e Vídeo\nData: 2 a 5 de setembro\nEntrada: gratuita\nRealização: Cineclube Mocambo \nCine Humberto Mauro — Palácio das Artes\nAvenida Afonso Pena\, 1.537\, Centro\, Belo Horizonte – MG \nCine Graciano\nRua Itapecerica\, 468\, Lagoinha\, Belo Horizonte – MG \n02/09 — quarta-feira \n19h — Sequência Molhadinha\nNão Faz C Doce Que Meu P* é Diabético* — João Oliveira (Horus777)\, 2026\, 1’\nBaile Funk na Década de 90 em Fortaleza — DJ Villen Collection Funk\, 2025\, 15’\nEstás Vendo Coisas — Bárbara Wagner e Benjamin de Burca\, 2016\, 17’\nCarlos do Complexo – SXO feat. LARINHX\, Irmãs de Pau e Ebony — Gabe Lima\, 2024\, 4’\nGrão — Gianluca Cozza e Leonardo da Rosa\, 2026\, 24’ \nSessão comentada por Sarah Sampp\, com mediação de Arthur Quadra e Gabriel Araújo. \n03/09 — quinta-feira \n18h30 — Arquivofonia de Assalto\nNada Haver — Juliano Gomes\, 2022\, 12’\nGênesis 22 — Jeferson De\, 1999\, 2’\nCaixa Preta — Saskia e Bernardo Oliveira\, 2022\, 51’ \nSessão comentada por Marco Scarassati\, com mediação de Nayara Aguiar. \n20h30 — Aí eu cheguei\, e acabei com tudo\nCarol e Parafuso – Vou largar de Barriga — Funk Carioca\, 2012\, 4’\nAs aventuras amorosas de um padeiro — Waldyr Onofre\, 1975\, 109’ \n04/09 — sexta-feira \n20h — Deixa Ela Passar\nUm dos Mirantes mais doidos do Serrão — Izabela Rage\, 2026\, 1’\nSou Feia Mas Tô na Moda — Denise Garcia\, 2005\, 59’ \nSessão comentada por Júlia Ho e Trine\, com mediação de Ara de Araújo. \n05/09 — sábado \n17h30 — Pula a Catraca\nAjude os Menor — Janderson Felipe e Lucas Litrento\, 2025\, 15’\nSer feliz no vão — Lucas Henrique Rossi dos Santos\, 2020\, 12’\nA vida dos pombos — João Paulo Freitas e Yago Guedes\, 2023\, 18’\nGaby Amarantos – Rock Doido (O filme) — Guilherme Takshy\, Naré e Gaby Amarantos\, 2025\, 25’ \nSessão comentada por Breno Henrique\, com mediação de Lucas Cabral. \n19h30 — Assombração na Cidade\nVAMPIRO — Nolí Levi e Emilly Guilherme\, 2025\, 17’\ndança — Matheus facchettiiii\, 2026\, 1’\nTerror Mandelão — Felipe Larozza e GG Albuquerque\, 2023\, 73’ \nSessão comentada por Guto Borges e Maíra Neiva\, com mediação de Jeane Polva. \nCuradoria: Gabriel Araújo\, Jacson Dias\, Ara de Araújo\, Arthur Quadra\, Jeane Polva Lourenço Silva\, Lucas Cabral e Nayara Aguiar.
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SUMMARY:Após anunciar cancelamento\, Semana de Cinema Negro de BH confirma realização da 6ª edição
DESCRIPTION:Festival acontece de 14 a 18 de outubro; programação e locais serão anunciados em breve \nA 6ª Semana de Cinema Negro de Belo Horizonte\, que havia sido anunciada como cancelada para 2026\, será realizada. A organização confirmou a nova edição do festival\, que acontece entre 14 e 18 de outubro\, em Belo Horizonte. \nA mudança ocorre enquanto a equipe finaliza um acordo com um correalizador. Por isso\, ainda não foram divulgados os espaços que receberão o festival nem a programação. Segundo a organização\, essas informações serão apresentadas em breve. \nPara Layla Braz\, idealizadora da Semana de Cinema Negro de Belo Horizonte\, a confirmação representa a possibilidade de dar continuidade a uma trajetória construída ao longo de cinco edições. \n“Havíamos anunciado o cancelamento da edição de 2026\, mas a Semana vai acontecer”\, afirma Layla. Ela destaca a importância de manter um festival que aproximou\, ao longo dos anos\, realizadores\, profissionais\, pesquisadores\, estudantes e público e contribuiu para a circulação dos cinemas negros em Belo Horizonte. \nUma trajetória construída desde 2021\nA Semana de Cinema Negro de Belo Horizonte surgiu em 2021\, com a proposta de ampliar o acesso ao cinema negro\, valorizar a produção audiovisual negra e criar espaços de encontro e formação. \nNa estreia\, realizada on-line e gratuitamente durante a pandemia de Covid-19\, foram exibidos 50 filmes de realizadores negros do Brasil\, da África e da diáspora\, além de debates e oficinas. \nDesde então\, o festival acumulou quase 300 filmes exibidos e um público de mais de 30 mil pessoas\, considerando as atividades presenciais e on-line. As cinco edições também levaram realizadores e profissionais de diferentes partes do Brasil e do mundo a espaços como o Cine Humberto Mauro e o Cine Santa Tereza. \nAlém das sessões\, a Semana desenvolve atividades voltadas para crianças e grupos escolares\, ações formativas\, debates e encontros entre realizadores\, pesquisadores\, estudantes\, críticos\, profissionais do audiovisual e público. A programação também conta com recursos de acessibilidade e propostas que aproximam o cinema de outras expressões culturais. \nInscrições para 2026\nUma das principais ações do festival\, a mostra Cine Escrituras Pretas\, recebeu cerca de 300 inscrições de obras de realizadores negros brasileiros para a edição de 2026. \nCom a confirmação da sexta edição\, a organização segue trabalhando na definição dos detalhes do festival. Programação\, locais de realização e demais informações serão divulgados em breve.
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