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SUMMARY:Abertura de Exposição: Memória e Linha do Tempo
DESCRIPTION:Com abertura no sábado\, 29\, no Museu Muquifu\, a mostra é resultado de oficinas de experimentação multilinguagem \nEscrevivência\, termo cunhado por Conceição Evaristo\, inspirou participantes de oficinas a desenvolver trabalhos autorais unindo a potência da escrita às linguagens artísticas do bordado livre\, desenho\, colagem\, fotografia e dança para ressignificar afetos\, silêncios e traumas\, reconstruindo identidade\, pertencimento e valorização de si. Ao todo\, 68 obras de de 43 artistas serão apresentadas ao público na exposição coletiva Memória e Linha do Tempo\, que terá inauguração no sábado\, 29/11\, às 14h\, no Museu dos Quilombos e Favelas Urbanos – Muquifu\, com entrada gratuita. Na ocasião\, será lançado o fanzine do projeto e uma roda de conversa sobre o processo criativo. A exposição fica em cartaz até 27 de dezembro. Para mais informações\, acesse o site https://memoriaelinha.wordpress.com/. \nAs oficinas da segunda edição do projeto aconteceram de agosto a setembro\, valorizando o bordado em diferentes suportes como papel\, plástico e pano\, mas também explorando o olhar e a narração de si mesmo pelo campo da literatura\, performance e dança\, colagem\, fotografia e desenho experimental em diálogo com a experiência de vida de cada participante. \nIsadora Falcão\, idealizadora do projeto\, conta que “os encontros promoveram diálogos possíveis e potentes\, acolhimento e compartilhamento de experiências pessoais que constituem modos diversos de pertencimento e coletividades. Desses processos surgiram trabalhos sensíveis\, bonitos e instigantes onde as trocas dos seis encontros ganharam materialidade e alma”.   \nNo processo\, tudo contribuiu para abrir novos caminhos mediados pela arte: um amor\, uma saudade ou um luto. Refletindo sobre relações que formam nossa subjetividade\, sejam as amorosas\, familiares\, românticas e de amizade\, a primeira oficina levou os participantes a escrever e a criar imagens.  \nParticipam da exposição Memória e Linha do Tempo: Alice Gomes de Mello Gonçalves\, Anita Helena Vieira\, Bárbara de Paula\, Bianca Nunis\, Brenda da Cruz Anacleto\, Camila Pereira Bicalho\, Caroline Oliveira\, Chark Duarte\, Cynara Regattieri de Abreu\, Dayse Braga\, Débora Augusta Rossi Fantini\, Débora Oliveira\, Emanuelle Marra\, Giovanna Costa Peluzo de Figueiredo\, Gleydson Emílio Silva\, Gustavo José Caldas Vianna\, Isadora Andrade Jammal\, Isadora Falcão\, Jane de Almeida Nascimento\, Jo Jaqueline Bezerra da Silva\, Karina Dias Géa\, Larissa Loreto\, Leticia Maris Fernandes da Silva\, Liliane Aparecida de Melo\, Lorena Oliveira Castro\, Luciana Toledo\, Luiza Klinke de Melo Araújo\, Maria do Carmo G. Pereira\, Maria Rodrigues da Silva\, Miriam Aprigio Pereira\, Paula Moura de Oliveira\, Patricia Fernanda Carvalho de Sousa\, Patrícia Honório de Freitas\, Rayane Cristina Silva Lucas\, Rosania Gomes\, Sabrina Tavares Malta\, Samanta Coan\, Severina Eliane Teixeira – Seel\, Tamara Cunha Pereira\, Vanessa Maria Lopes Wilke\, Vivian Labbate e Vivian Nascimento Rodrigues Lima. \nSERVIÇO  \nAbertura de Exposição – Memória e a linha do tempo \nData: 29 de novembro (sábado) – 14h às 18h \nLocal: Muquifu- Museus dos Quilombos e Favelas Urbanos (Rua Santo Antônio do Monte\, 708\, Vila Estrela\, BH/MG) \nEntrada: Gratuito \nEm cartaz até 27/12 (terças e quintas de 13h às 17h)
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SUMMARY:7ª Mostra Cinema dos Quilombos
DESCRIPTION:Até 7 de dezembro acontece a 7ª Mostra de Cinema dos Quilombos. Com filmes realizados por quilombolas de localidades diversas do Brasil\, a mostra é uma oportunidade para conhecer modos de vida\, sabedoria e e filosofia ancestral dos povos descendentes de escravizados.  A mostra é uma das atividades do projeto Cinema dos Quilombos\, que também realiza oficinas audiovisuais\, nas quais foram produzidos os curtas Nove águas (Quilombo dos Marques) e Kutala – Herdeiros ancestrais (Kilombo Manzo).  \nOs ingressos podem ser retirados pelo Sympla ou na bilheteria do cinema com 30 minutos de antecedência. \n6/12 (sábado)  às 17h\nO Vento não tem Morada\nDocumentário (2023\, 37’ Conceição da Barra/ES) de Moradores das Comunidades Quilombolas do Córrego do Alexandre (Porto de São Benedito)\, Porto Grande\, Santana e equipe IMA \nClassificação: Livre\nSinopse: Alguns pescam\, outros cantam\, uns lideram a roda do Jongo de Santa Ana e outros o Jongo de São Bartolomeu\, tem também aqueles que criam as embaixadas do Ticumbi de São Benedito. E todos contam histórias. No forró\, os grupos de encontram.  \nAbre Caminho\nDocumentário (2023\, 22’\, Sapê do Norte/ES) de Moradores da Comunidade Quilombola do Angelim II e equipe IMA \nClassificação: Livre\nSinopse: Um grupo de adolescentes escreve cartas para duas matriarcas da comunidade quilombola do Angelim II. As correspondências nos contam dos embates e das alegrias vividas ali. Por um instante\, o cinema participa da brincadeira das crianças. \n6 /12 (sábado) às 18h – Sessão comentada por Thiago Nascimento\nCampo Grande é o céu  \nDocumentário (2022\, 71’ Mostardas/RS) de Bruna Giuliatti\, Jhonatan Gomes e Sérgio Guidoux \nClassificação: Livre \nSinopse: As três Comunidades Quilombolas no município de Mostardas na Península do Litoral Norte do RS lutam para manter viva a tradição de cantoria dos Ternos de Santos Padroeiros e outras heranças de seus ancestrais. Gravado nas comunidades quilombolas Beco dos Colodianos\, Teixeiras e da Casca em Mostardas\, entre maio e agosto de 2021. \n7/12 (domingo) 17h – Após a sessão roda de conversa com Kilombo Manzo e Alessandra Brito\nEdukação de Kilombu – Afrobetização (serão exibidos três episódios) Documentário (2020\, 8’\, Kilombo Manzo\, Belo Horizonte/MG) – direção coletiva \nClassificação: Livre \nSinopse: Edukação de Kilombu – criações com a prática de uma afrobetização é um projeto cultural do Kilombu Manzo Ngunzo Kaiango que busca formas de divulgação das aprendizagens nas quais crianças\, adolescentes e jovens vivenciam saberes orientados pelas gerações mais velhas e femininas da comunidade: suas mães\, tias e avós. As atividades tematizaram o cultivar\, colher\, preparar e comer juntos\, entrançado com histórias\, canto e dança. No kilombu\, as pessoas aprendem e ensinam e as crianças e adolescentes agem com liberdade para a criação de muitas formas de aprender e ensinar. Afrobetizar é contracolonizar a Educação. \nKutala – Herdeiros Ancestrais \nDocumentário (2025\, 6’\, Kilombo Manzo\, Belo Horizonte/MG)\, de Fábio Martins \nClassificação: Livre \nSinopse: Kutala retrata as brincadeiras de crianças do Kilombu Manzo\, na observância dos mais velhos\, e a transmissão do saber ancestral à geração neta. No tempo o passado\, presente e futuro. O Eduka Kilombu\, reafirma a nossa matriarca\, que o saber Kilombola está plantado nas matas\, e corre livre nos caminhos das águas\, onde extraímos o mais importante  sagrado: Ota – pedra sagrada\, no fundo a narrativa da matriarca\, em um tempo espiralar que nos confunde a interpretação do tempo de ontem no tempo do hoje. \nEu Sou Quilombola! \nDocumentário (2025\, 18’\, Viçosa/MG) de Raoni Garcia e Matheus Vieira \nClassificação: Livre \nSinopse: “Eu Sou Quilombola!” acompanha os jovens quilombolas Julius Keniata e Carina Veridiano em um processo de investigação histórica e vivencial da comunidade Buieié\, localizada na zona rural de Viçosa (MG). Por meio da escuta das mulheres mais velhas\, da leitura de registros e da ativação da memória oral\, eles buscam compreender o processo de constituição do território quilombola e qual o lugar deles nesse território. \nNegra Mirandiba \nFilme (2022\, Comunidade de Quilombo Jardim /PE) dirigido pelas crianças do Quilombo Jardim \nClassificação: Livre \nSinopse: A história de Mirandiba\, mulher negra fundadora da cidade\, é aqui recriada sob um viés fantástico\, mas também pela história oral\, através de Seu Ângelo\, um dos primeiros moradores do Jardim Quilombo. \n  \nMemórias do quilombo \nFilme (2024\,  Comunidade Quilombola de Aguas Claras\, 9’) dirigido pelas crianças da Comunidade Quilombola de Águas Claras/PE. \nClassificação: Livre \nSinopse: A partir da memória coletiva\, cultivada pela escuta dos mais velhos\, o filme nos leva pelos sons\, lutas e magias do território Quilombola de Águas Claras\, no sertão de Pernambuco. \n7/12 (domingo) 19h\nSessão de Lançamento e conversa com o diretor \nEntre Orações e Montanhas – O Legado das Benzedeiras e Benzedores \nDocumentário (2025\, 28’\, Quilombo do Açude\, Jaboticatubas/MG) de Danilo Candombe \nClassificação: Livre \nO filme reúne sete mestres da fé popular do Baixo e Médio Espinhaço\, em Minas Gerais e mergulha no universo das rezas\, ervas e gestos sagrados que curam corpos e protegem almas\, revelando a profunda ligação entre a prática do benzimento e o cuidado com o meio ambiente. \nEntre palavras de poder\, águas\, montanhas e memórias\, o documentário registra um patrimônio imaterial que resiste ao tempo — um legado de fé\, sabedoria e amor pela terra. \nServiço\n7ª Mostra Cinema dos Quilombos\nData: 3 a 7 de dezembro\nLocal: Cine Santa Tereza\nSessões: 17h e 19h\nIngressos gratuitos: Sympla.\nMais informações no Instagram @cinemadosquilombos ou  cinemadosquilombos.com.br/.
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LOCATION:Cine Santa Tereza\, R. Estrela do Sul\, 89 - Santa Tereza\, Belo Horizonte\, Minas Gerais\, 31010-240
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SUMMARY:Canjerê no Reinado - Samba\, benção e reza
DESCRIPTION:Neste sábado\, 6\, o projeto Canjerê realiza a última edição do ano com o tema  “Canjerê no Reinado – Samba\, benção e reza”. A programação de encerramento das atividades em 2025 é marcada por fé\, arte e ancestralidade com roda de conversa com a mestra Mametu Muiandê (Efigênia Maria da Conceição)\, matriarca do Quilombo Manzo Ngunzo Kaiango\, localizado na zona leste de Belo Horizonte. Em seguida\, será a vez da atração musical da tarde\, o espetáculo “Canto e Reza”\, da cantora e multi artista Adrielle Assis\, que celebra o samba como linguagem ancestral e força espiritual. A artista mineira\, que constrói uma trajetória marcada por produções autorais e performances intensas\, une corpo\, voz e fé em um repertório que revisita as tradições afro-brasileiras. No show\, Adrielle mistura composições próprias a obras de Maria Bethânia\, Mariene de Castro\, Renata Rosa\, Alessandra Leão\, Matheus Aleluia e A Barca\, evocando a musicalidade das rodas\, dos terreiros e das ruas. \nAo longo de 2025\, o Canjerê no Reinado promoveu quatro edições especiais\, com rodas de conversa e apresentações artísticas que reuniram mulheres negras mestras da cultura\, reinadeiras\, benzedeiras\, parteiras\, cozinheiras\, raizeiras e mães de santo.  \nServiço\nCanjerê no Reinado⠀- Samba\, benção e reza \nData: 6 de dezembro\nLocal: Centro Cultural Venda Nova\n14h\nGratuito\nInformações: @casaraodasartesnegras \n 
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LOCATION:Centro Cultural Venda Nova\, R. José Ferreira dos Santos\, 184 - Jardim dos Comerciários\, Belo Horizonte\, Minas Gerais\, 31640-060\, Brazil
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SUMMARY:Espetáculo itinerante "O Bêbado e o Equilibrista" ocupa ruas de Belo Horizonte com pesquisa que une palhaçaria afro\, hip-hop e dança
DESCRIPTION:Inspirado na música “O Bêbado e o Equilibrista”\, de João Bosco e Aldir Blanc\, o espetáculo de dança itinerante estreia em Belo Horizonte com quatro percursos gratuitos realizados entre os dias 10 e 12 de junho \nO projeto nasce da investigação do artista urbano Leds Marques sobre a palhaçaria afrocentrada e as possibilidades de construir uma comicidade que não esteja baseada na violência contra corpos negros. Idealizado e interpretado por Marques\, o solo acompanha um B-boy palhAfro inebriado por diferentes entorpecentes — o sol quente\, a água contaminada\, os agrotóxicos e os metais pesados decorrentes do rompimento de barragens. Em constante instabilidade\, ele encontra nas danças urbanas e no grafite maneiras de se reerguer e seguir existindo. Por meio da arte\, ressignifica as agressões impostas à população negra e inventa novas formas de permanência e resistência no espaço urbano. \nA inspiração na música lançada em 1979 parte da compreensão de que\, mesmo após o fim da ditadura militar\, ainda é possível perceber resquícios da dureza e do conservadorismo presentes na sociedade brasileira\, especialmente na relação entre o corpo preto e as instituições. A partir dessa reflexão\, o espetáculo propõe um percurso pelas ruas da cidade para discutir permanências históricas\, desigualdades e mecanismos de violência que seguem atuando sobre corpos negros e periféricos. \nCom trilha sonora original de Champa\, o espetáculo permeia a música brasileira\, o breaking e a rima. Pequenas caixas de som acopladas ao corpo do artista ressoam palavras de ordem\, melodias e sons de tambores\, determinando o ritmo dos movimentos enquanto o palhAfro percorre a cidade. \nA proposta também dialoga com temas como o aquecimento global\, o uso excessivo de agrotóxicos\, a violência gerada sobre os corpos pretos e o rompimento de barragens\, refletindo sobre os impactos do racismo ambiental nos territórios e nas populações vulnerabilizadas. \nRealizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB)\, o projeto propõe a montagem de um espetáculo de dança itinerante pelas ruas de Belo Horizonte\, fomentando a interlocução entre a palhaçaria afro\, a cultura hip-hop e as danças africanas. A iniciativa busca ampliar o acesso às artes da cena\, ocupando espaços públicos de grande circulação e promovendo encontros com públicos que muitas vezes não frequentam teatros ou equipamentos culturais. \nO trabalho é resultado de uma pesquisa desenvolvida por Leds Marques a partir de suas experiências como artista de rua\, b-boy\, palhAfro e morador da periferia. A investigação propõe um contraponto às técnicas tradicionais da palhaçaria\, construindo caminhos de humor e comicidade a partir das referências negras e periféricas. \n“Assim como na canção que inspira esta obra\, o bêbado é uma metáfora! Eu não estou bêbado de tanto beber. Estou bêbado de tanta vontade de fazer arte\, de gritar para o mundo. O palhAfro surge numa vontade de não aceitar a violência no meu corpo. É tentar trazer uma pesquisa onde a comicidade não mora na violência”\, afirma Leds Marques. \nO artista explica que a pesquisa busca deslocar o lugar tradicional da piada e do riso\, valorizando referências ligadas à cultura negra e periférica. As danças urbanas\, especialmente o breaking\, o popping e o locking\, aparecem como elementos centrais da construção cênica. \n“Eu uso meu black como empoderamento. Uso o hip-hop\, que foi a linguagem que leva a periferia ao mundo. A dança base do palhAfro é o hip-hop. Eu tento buscar outros caminhos que pertencem ao nosso povo para construir essa potência de humor”\, destaca. \nDirigido por Dayane Lacerda\, o espetáculo foi construído a partir de laboratórios de movimento que têm a rua como espaço principal de criação. A pesquisa valoriza o improviso\, o encontro com o público e as respostas produzidas pelo território. Em vez da busca pela perfeição técnica\, o processo procura investigar quais sentidos os movimentos produzem quando colocados em diálogo direto com a cidade e seus habitantes. \n“É um processo muito colaborativo. O Leds é um artista muito criador e traz para a cena suas vivências e descobertas sobre essa outra palhaçaria. A rua é o lugar da surpresa. É o encontro entre artista\, público e cidade que faz nascer o espetáculo”\, afirma Dayane. \nAs apresentações acontecem em trajetos pensados para dialogar com pessoas que circulam diariamente pelos espaços públicos da cidade\, ampliando o acesso às artes da cena para além dos espaços convencionais. A cidade torna-se cenário da intervenção e participa diretamente da construção de cada apresentação. \nSobre Leds Marques \nLeds Marques é pai atípico de Benjamin\, artista urbano e produtor cultural atuante em Belo Horizonte desde 2005. Trabalha com grafite\, breaking\, palhaçaria e arte-educação. É fundador do Ateliê Rabisco de Laje\, espaço cultural localizado na periferia da capital mineira. Possui experiência como ator e professor de artes e atualmente integra o Instituto HaHaHa. \nFicha Técnica \nCriação e atuação: Leds Marques\nDireção: Dayane Lacerda\nTrilha sonora: Champa\nIlustração gráfica: PUDIM\nFotografia: Nanda Vaz\nFigurino: Mariana Blanco e Samuel Sudré\nCostura: Samuel Sudré\nRealização: Ateliê Rabisco de Laje\nAssessoria de Imprensa: Fortalecência Comunicação \nServiço \nO Bêbado e o Equilibrista \nTrajeto 1\n10 de junho de 2026\, às 14h\nSaída: Praça Sete de Setembro\nChegada: Praça da Liberdade \nTrajeto 2\n11 de junho de 2026\, às 14h\nSaída: Praça Raul Soares\nChegada: Praça da Assembleia \nTrajeto 3\n12 de junho de 2026\, às 10h\nSaída: Praça da Estação\nChegada: Praça Duque de Caxias \nTrajeto 4 – Barreiro\n12 de junho de 2026\, às 13h\nSaída: Praça Cristo Redentor\nChegada: Portaria do Centro Esportivo Milionários \nPara mais informações:\nhttps://www.instagram.com/ledis_3d\nhttps://www.instagram.com/atelierabiscodelaje/
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SUMMARY:FAN Espiralar conta com “Caminhada Negra” que desvenda o Francisco Nunes\, maestro negro que dá nome ao teatro
DESCRIPTION:O FAN Espiralar celebra legado de Francisco Nunes em roteiro afrocentrado por um dos espaços de memória de Belo Horizonte \nO Festival de Arte Negra (FAN) chega à sua 13ª edição com uma programação que reafirma o compromisso de valorizar trajetórias negras fundamentais para a história da cidade. Entre as novidades deste ano está a Rota Francisco Nunes\, experiência de afroturismo desenvolvida pelo projeto Belos Horizontes Negros\, da Sensações Turismo\, que será realizada no sábado\, 13 de junho. A atividade propõe um percurso afrocentrado dedicado à vida e à obra de Francisco Nunes (1875-1934)\, maestro\, clarinetista\, compositor e educador negro que teve papel decisivo na formação da cena musical belo-horizontina. \nCom saída e chegada no Palco Jardins\, ao lado do Teatro Francisco Nunes\, a caminhada convida o público a percorrer espaços de memória do Parque Municipal e de seu entorno\, revelando como a presença negra foi determinante na construção da identidade artística e cultural da capital mineira desde seus primeiros anos. \nAo longo do trajeto\, os participantes conhecerão a trajetória de Francisco Nunes\, reconhecido como um dos principais responsáveis pela consolidação da música de concerto em Minas Gerais. O roteiro destaca sua atuação à frente do Conservatório Mineiro de Música\, sua contribuição para a formação das primeiras gerações de músicos da cidade e seu protagonismo na criação da Sociedade de Concertos Sinfônicos de Belo Horizonte\, iniciativa pioneira que ajudou a estabelecer as bases da tradição sinfônica mineira. \nA mediação será conduzida por Thiago Bicalho\, guia de turismo e pesquisador do afroturismo\, e Lucas Xavier\, turismólogo e mediador cultural. A experiência contará ainda com a participação especial do clarinetista Marcus Righi\, que compartilhará ao longo do percurso referências musicais relacionadas à trajetória de Francisco Nunes e ao universo da música de concerto\, ampliando as conexões entre história\, memória e arte. \nPara a construção da rota\, a equipe realizou uma extensa pesquisa histórica\, incluindo uma formação ministrada por Leandro Oliveira\, pesquisador especializado na trajetória de Francisco Nunes. O trabalho aprofundou os estudos sobre a vida\, a produção artística e o legado do maestro\, contribuindo para a elaboração de uma narrativa que evidencia sua importância para a cultura mineira e brasileira. \nEncerrando a atividade\, o público será convidado para uma celebração da musicalidade negra no Palco Jardins. Em uma apresentação inédita\, Marcus Righi se une ao músico Jacy dos Santos em um encontro entre clarinete e violão que estabelece diálogos entre tradição e contemporaneidade\, homenageando a herança musical de Francisco Nunes e reafirmando a potência das contribuições negras para a cultura brasileira. \nThiago Bicalho comenta que a Rota propõe um olhar atento para personagens e trajetórias que ajudaram a construir a identidade cultural de Belo Horizonte. A partir de uma pesquisa dedicada à memória de “Chico” Nunes\, a iniciativa busca valorizar narrativas pouco conhecidas pelo grande público e reafirmar a importância da cultura negra na formação da cidade   \n“Ao lançar nossa Rota Maria do Arraial no Belos Horizontes Negros nós passávamos sempre a frente do Teatro Francisco Nunes e contávamos a história que sabíamos dele. O FAN foi a provocação que precisávamos para aprofundar na pesquisa e na história do Maestro Francisco Nunes e fazer uma grande homenagem a ele através do resgate da cultura negra que relaciona-se com Belo Horizonte”\, destaca Bicalho.  \nEle reforça ainda a importância do Maestro para a história da música clássica mineira e brasileira. “Francisco Nunes sai de Minas Gerais com sua família para o Rio de Janeiro\, onde constroi uma carreira sólida na música clássica. Como se dá a volta dele a Minas? para cumprir uma missão de construir e gerenciar o Conservatório de Música de Minas. Este fato demonstra que o Francisco Nunes possui um papel central na difusão e ensino da música clássica no estado”\, finaliza. \n\nServiço \nRota Francisco Nunes – Belos Horizontes Negros \nData: 13 de junho \nHorário: 10h \nLocal de saída e chegada: Palco Jardins – Parque Municipal Américo Renné Giannetti (ao lado do Teatro Francisco Nunes) \nAtividade integrante do Festival de Arte Negra – FAN Espiralar \nClassificação indicativa: Livre \n____ \nFAN ESPIRALAR \nData: 11 a 14 de junho de 2026 \nLocal: Parque Municipal de Belo Horizonte\, CRCURB – Viaduto Santa Tereza e Teatro Francisco Nunes \nProgramação completa: https://portalbelohorizonte.com.br/fan/2025/espiralar \nMais informações: portalbelohorizonte.com.br/fan ou faleconosco@institutoperiferico.org \nEvento Gratuito
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LOCATION:Teatro Francisco Nunes\, Av. Afonso Pena\, 1321 - Centro\, Belo Horizonte - MG\, Belo Horizonte\, Minas Gerais\, 30130-002\, Brazil
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SUMMARY:Julianismo estreia “Flerte” na Brexa Cultural com obras que resgatam o olho no olho
DESCRIPTION:A abertura da mostra gratuita\, nesta quinta-feira (18)\, às 19h\, tem a curadoria de Davi DMS \n“Ninguém flerta mais?” com essa provocação que a mostra de Juliana de Oliveira\, a Julianismo\, abre seu período expositivo na Brexa Cultural. Em cartaz até 12 de julho\, a exposição ocupa o espaço da Família de Rua\, que integra a cena cultural do entorno do Viaduto Santa Tereza\, ao lado do Teatro Espanca! e do Kitutu Território Ancestral.  \nA exposição reúne 16 obras em óleo e acrílico produzidas entre 2022 e 2026. Ao longo desse período\, Julianismo foi observando a recorrência de imagens ligadas ao afeto\, ao encontro e às pequenas tensões da paquera em suas pinturas. Em diálogo com referências da história da arte inspiradas por obras que retratam beijos\, a artista passou a construir sua própria interpretação do tema.  \n“Eu tinha visto um beijo de um pintor e falei: eu nunca fiz um beijo. E aí eu fiz uma pintura. Eu queria fazer uma menina lésbica\, mas não queria fazer muito do meu entorno. Eu queria fazer ela do cabelo de creme\, com a blusa de time\, e queria fazer a menina uma cremosa”\, relembra. \nPelos bares e pelas ruas\, foi coletando personagens do cotidiano e transformando encontros\, gestos\, silêncios e presenças em pintura. Obras registram detalhes como um brinco que balança ou um olhar demorado. O título da exposição nasceu durante as conversas com o curador Davi DMS. Ao perceber que a artista repetia constantemente a palavra “flerte” ao falar sobre as obras\, ele identificou ali a síntese do conjunto apresentado na mostra. \nA artista observa que muitas relações passaram a ser mediadas por telas e aplicativos\, tornando os contatos mais distantes e frios. “Essa exposição traz uma cor quente\, um lugar quente\, um lugar do tipo: vamos guardar o celular e vamos olhar para as pessoas\, que a gente tá a fim\, que a gente gosta.”  \nUma das intervenções da mostra reforça essa ideia. Em diálogo com a equipe da Família de Rua\, surgiu a proposta de instalar uma faixa com a frase “Ninguém flerta mais?”\, inspirada na estética das faixas populares espalhadas pelos bairros periféricos. \nA provocação funciona como uma crítica bem-humorada à lógica dos aplicativos de relacionamento e à substituição dos encontros presenciais pelas interações mediadas pelas redes sociais. \nJulianismos e a delicadeza de seu olhar \nA exposição também dialoga diretamente com a trajetória de Julianismo e sua relação com o centro de Belo Horizonte. A artista relembra que grande parte de suas experiências afetivas e de sociabilidade aconteceram em espaços culturais e de convivência da região central da cidade. Para ela\, locais como o Viaduto Santa Tereza\, a Sapucaí\, o Duelo de MCs\, o Too Black e outros espaços do hipercentro sempre funcionaram como territórios de encontro. \n“O centro sempre foi um lugar de encontro para mim. Era onde a gente encontrava os amigos\, conhecia pessoas\, criava vínculos e construía memórias.” \nEla lembra que muitos encontros marcantes aconteceram em contextos de pouco dinheiro\, mas de muita convivência\, reforçando que o afeto não precisa estar condicionado ao consumo. \n“O centro\, para mim\, tem esse lugar de encontro\, de flerte. Aí você vai fazer uma graça\, sobe na Sapucaí para ver a vista. Não tem dinheiro para sentar ali\, mas pelo menos para ver a vista tem\, sabe?”  \nA exposição dialoga com a importância dos espaços públicos e acessíveis na construção dos afetos\, especialmente para a população jovem e periférica. Para Julianismo\, o centro de Belo Horizonte sempre foi um território de encontros\, convivência e descobertas. \n“A gente quer se divertir\, a gente quer namorar\, a gente quer beijar\, a gente quer ser amada\, sabe? Às vezes eu ficava naquela expectativa de encontrar a pessoa sem saber se ela ia naquele rolê. Aí a pessoa aparece e você agradece o universo. O centro\, para mim\, tem esse lugar de encontro.” \nEm cartaz até 12 de julho\, “Flerte” ocupa a Brexa Cultural\, espaço inaugurado em 2026 pela Família de Rua no entorno do Viaduto Santa Tereza. Concebida como centro cultural\, galeria de arte e cineclube\, a Brexa nasce como um novo ponto de encontro e convergência cultural da cidade\, ampliando a atuação da Família de Rua\, organização responsável pelo Duelo de MCs e que há 19 anos promove ocupações culturais e fortalece as culturas urbanas em Belo Horizonte e em outras cidades do país. \nNoite de abertura da exposição “Flerte”\, de Julianismo \nAbertura: 18 de junho\, às 19h \nLocal: Brexa Cultural\nRua Aarão Reis\, 554 – Centro (entorno do Viaduto Santa Tereza) \nEntrada gratuita \nVisitação: até 12 de julho\nTerça a sábado\, das 16h às 20h
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SUMMARY:NUH! Festival de Arte Gráfica 2026 reúne arte impressa\, futebol e cultura urbana na Funarte MG
DESCRIPTION:Nos dias 11 e 12 de julho\, o NUH! Festival de Arte Gráfica 2026 ocupa novamente a Funarte MG\, em Belo Horizonte\, com uma programação gratuita que reúne feira gráfica e de publicações\, exposição\, oficinas\, palestras\, bate-papos\, apresentações musicais\, pintura ao vivo\, mesão de desenho\, troca de stickers\, DJs e área de alimentação.\n\n \n\nNesta edição\, o festival propõe um diálogo entre as artes impressas e o futebol popular\, a partir das referências da várzea e das técnicas analógicas de impressão. A programação reúne artistas\, produtores gráficos\, ilustradores\, fotógrafos\, músicos e iniciativas independentes em dois dias de atividades.\n\n \n\nEntre os destaques está a exposição “Peita de Rima – Futebol\, moda e identidade nas batalhas de MCs”\, dos fotógrafos Pâmela Bernardo e Cadu Passos\, que apresenta registros das relações entre futebol\, estética e cultura hip-hop. A programação também conta com apresentação musical do MC e fotógrafo Matéria Prim.\n\n \n\nA feira gráfica do NUH! reúne 135 expositores com trabalhos de diferentes linguagens\, como ilustração\, design\, publicações independentes e outras produções impressas. O festival também oferece oficinas para diferentes públicos\, palestras e conversas sobre imagem\, cultura e produção artística\, além de atividades como mesão de desenho\, troca de stickers\, confronto urbano de estilos e serigrafia ao vivo.\n\n \n\nA programação musical será realizada pela Rádio NUH!\, com DJs convidados ao longo dos dois dias. O evento também conta com a área de alimentação Olha o Rango\, com participação de iniciativas da gastronomia e da cultura local.\n\n \n\nO NUH! Festival de Arte Gráfica 2026 é realizado com recursos da Política Municipal de Fomento à Cultura de Belo Horizonte (Modalidade Fundo)\, com apoio da Funarte e parcerias do Disgrama F.C. e da Street Screen.\n\n \n\nServiço\nNUH! Festival de Arte Gráfica 2026 – Arte Impressa\, Futebol e Luta\n11 e 12 de julho (sábado e domingo)\nFunarte MG – Rua Januária\, 68\, Centro\, Belo Horizonte\nEntrada gratuita\nInstagram: @festivalnuh\nInformações: festivalnuh@gmail.com
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SUMMARY:Djamila Ribeiro lança nova edição de “Lugar de fala” e abre celebrações de 40 anos do Sempre Um Papo
DESCRIPTION:O Sempre Um Papo inicia as comemorações de seus 40 anos de trajetória com a participação da filósofa e escritora Djamila Ribeiro\, que apresenta a edição comemorativa ampliada de “Lugar de fala” (Rosa dos Tempos / Record). O encontro acontece no dia 13 de julho\, segunda-feira\, às 19h\, no Auditório do TCEMG\, em Belo Horizonte. A entrada é gratuita\, por ordem de chegada\, conforme a capacidade do espaço. Após o debate\, haverá sessão de autógrafos. \nConsiderada uma obra de referência nos debates sobre representatividade\, racismo e democracia no Brasil\, “Lugar de fala” ganha uma nova edição com capítulos inéditos\, ampliando a reflexão proposta por Djamila Ribeiro sobre como as posições sociais influenciam a construção dos discursos\, a produção de conhecimento e os processos de silenciamento presentes nas estruturas sociais. \nPublicado originalmente em 2017\, o livro recebe uma edição comemorativa ampliada lançada em junho de 2026 pelo selo Rosa dos Tempos\, da Editora Record. A publicação integra a Coleção Feminismos Plurais e conta com quatro capítulos inéditos\, além de apresentação da filósofa e escritora Grada Kilomba e prefácio da autora Chimamanda Ngozi Adichie. \nNa obra\, Djamila Ribeiro desenvolve o conceito de “lugar de fala” para discutir como diferentes experiências sociais atravessam a construção das vozes na sociedade. O livro aborda desigualdades\, poder e produção de conhecimento\, aproximando reflexões acadêmicas do debate público. \nFilósofa\, escritora\, professora e pesquisadora\, Djamila Ribeiro é mestre em Filosofia Política pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e atua nas áreas de feminismo negro\, relações raciais e direitos humanos. É autora de “Quem tem medo do feminismo negro?”\, “Pequeno manual antirracista” e “Lugar de fala”\, obras que se tornaram referências no pensamento contemporâneo brasileiro. \nA edição especial integra a programação de 40 anos do Sempre Um Papo\, que em 2026 celebra quatro décadas de encontros entre autores e leitores. Criado em Belo Horizonte pelo jornalista e gestor cultural Afonso Borges\, o projeto já realizou mais de 9 mil eventos em diversas cidades brasileiras\, promovendo o acesso gratuito à literatura e ao debate público. \nAo longo de sua trajetória\, o Sempre Um Papo consolidou parcerias com instituições e realizou encontros com importantes nomes da literatura e do pensamento contemporâneo\, como Ana Maria Gonçalves\, Mia Couto\, Itamar Vieira Junior\, Conceição Evaristo e Ailton Krenak. A programação comemorativa de 40 anos também já confirmou participações de Bruna Lombardi\, em agosto\, e Cristovão Tezza\, em setembro. \nA parceria com o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG) amplia esse percurso ao aproximar literatura\, cidadania e temas ligados à vida coletiva\, como educação\, meio ambiente\, território e direitos. O projeto Sempre Um Papo – 40 anos tem patrocínio da Copasa e do Itaú\, por meio da Lei Rouanet\, e é realizado em conjunto com o TCEMG e o TCECultural. \nO ano comemorativo também marca o reconhecimento da trajetória de Afonso Borges\, que recebeu em junho de 2026 o Prêmio Faz Diferença\, concedido pelo jornal O Globo na categoria Livros. A homenagem destaca sua atuação na formação de leitores e na democratização do acesso à cultura. \nServiço \nSempre Um Papo TCE CulturalDjamila Ribeiro – lançamento de “Lugar de fala” \nData: 13 de julho de 2026 (segunda-feira)Horário: 19hLocal: Auditório do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG)Av. Raja Gabaglia\, 1.315\, Luxemburgo – Belo Horizonte \nEntrada gratuita\, por ordem de chegada\, conforme capacidade do espaço.
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SUMMARY:Estação do Samba celebra o samba comunitário no Dom Cabral
DESCRIPTION:Primeira edição do projeto acontece no dia 19 de julho\, dentro do 2º Arraiá do Trem Du Bão\, com apresentações do Amigos do DomCa\, Fabinho do Terreiro\, Amanda Júlia e Waguinho Marrone \nO samba produzido nas comunidades de Belo Horizonte ganha um novo espaço de encontro. No próximo domingo\, 19 de julho\, o Estação do Samba realiza sua primeira edição na Praça da Comunidade\, no bairro Dom Cabral\, com programação gratuita das 15h às 17h30. \nA estreia reúne o grupo anfitrião Amigos do DomCa e os convidados Fabinho do Terreiro\, Amanda Júlia e Waguinho Marrone\, em uma tarde dedicada à valorização do samba\, da cultura popular e dos artistas que movimentam os territórios da capital mineira. \nCriado para fortalecer a produção artística local\, promover o intercâmbio entre sambistas de diferentes regiões da cidade e ampliar o acesso à cultura\, o projeto realizará quatro encontros ao longo dos próximos meses. Cada edição contará com apresentações musicais\, feira de economia criativa\, comercialização de comidas e bebidas\, espaço para crianças e atividades voltadas para toda a família. \nDa mobilização comunitária ao encontro de samba\nO Estação do Samba nasceu a partir de uma experiência comunitária promovida pelo Bloco Trem Du Bão. Durante uma ação para arrecadar recursos destinados a obras na Associação de Bairro do Dom Cabral\, o bloco organizou um arraiá aberto ao público. Sem recursos para contratar uma atração musical\, moradores e músicos da comunidade decidiram se reunir para uma apresentação voluntária. \nDessa iniciativa surgiu o Amigos do DomCa\, grupo formado por Maurilio Rabello (Badá)\, Rodrigo\, Flávio\, Caio\, Reginaldo\, Evandro e Júlio. A mobilização reuniu moradores\, fortaleceu os vínculos comunitários e revelou a música como uma ferramenta de encontro\, pertencimento e convivência. \nA repercussão positiva da iniciativa inspirou a criação do Estação do Samba\, que passa a ocupar a Praça da Comunidade com uma programação gratuita voltada à valorização do samba como expressão da cultura popular e patrimônio cultural brasileiro. \nNesta primeira edição\, o encontro entre o Amigos do DomCa\, Fabinho do Terreiro\, Amanda Júlia e Waguinho Marrone celebra diferentes trajetórias do samba belo-horizontino e reforça a importância da valorização dos artistas locais e da ocupação dos espaços públicos pela cultura. \nRealizado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte (LMIC)\, na modalidade Fundo Municipal de Cultura\, o projeto busca fortalecer quem faz samba na cidade\, incentivar a circulação de artistas e transformar a Praça da Comunidade em um espaço permanente de encontro\, convivência e celebração da cultura popular. \n2º Arraiá do Trem Du Bão\nA estreia do Estação do Samba integra a programação do 2º Arraiá do Trem Du Bão\, que acontece nos dias 18 e 19 de julho\, na Praça da Comunidade\, no bairro Dom Cabral. \nEm sua segunda edição\, o evento reúne música\, encontros de batuqueiros\, samba\, sertanejo\, quadrilha\, apresentações culturais\, show de prêmios\, comidas e bebidas típicas\, feira de economia criativa e atividades para toda a família. \nCriado pelo Bloco Trem Du Bão\, o arraiá celebra a cultura popular e os encontros comunitários\, transformando a Praça da Comunidade em um espaço de convivência\, lazer e valorização das tradições culturais. \nServiço\nEstação do Samba – 1ª ediçãoData: 19 de julho de 2026 (domingo)Horário: 15h às 17h30 \nAtrações:Amigos do DomCaFabinho do TerreiroAmanda JúliaWaguinho Marrone \nLocal: Praça da Comunidade – Dom Cabral – Belo Horizonte (MG)Entrada: gratuita \n2º Arraiá do Trem Du BãoDatas: 18 e 19 de julho de 2026 \nHorários:18 de julho (sábado): a partir das 15h19 de julho (domingo): a partir das 10h \nProgramação: música\, encontros de batuqueiros\, samba\, sertanejo\, quadrilha\, apresentações culturais\, comidas e bebidas típicas\, feira de economia criativa e atividades para toda a família. \nLocal: Praça da Comunidade – Dom Cabral – Belo Horizonte (MG)Entrada: gratuita
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SUMMARY:Feira Tereza de Benguela comemora 11 anos de associação de trabalhadoras domésticas e o Julho das Pretas
DESCRIPTION:Evento gratuito acontece no dia 25 de julho\, na Praça do IAPI\, reunindo exposição de empreendedoras\, programação cultural\, serviços públicos e ações voltadas à autonomia econômica das mulheres negras \nNo dia 25 de julho\, data em que é celebrado o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia de Tereza de Benguela\, a Associação de Trabalhadoras Domésticas Tereza de Benguela comemora 11 anos de atuação com a realização da primeira edição da Feira Tereza de Benguela. O evento acontece das 9h às 17h\, na Praça Professor Corrêa Neto\, no IAPI\, com entrada gratuita\, integrando a programação do Julho das Pretas\, promovida pelo Departamento de Promoção da Igualdade Racial (DPIR) da Prefeitura de Belo Horizonte. \nA feira integra um projeto da Associação voltado ao fortalecimento da autonomia econômica de trabalhadoras domésticas diaristas de Belo Horizonte e da Região Metropolitana. A iniciativa busca ampliar as oportunidades de geração de renda\, incentivar o empreendedorismo e valorizar os saberes e a produção dessas mulheres\, que compõem uma categoria formada majoritariamente por mulheres negras e ainda marcada pela informalidade\, pela instabilidade nas relações de trabalho e pela dificuldade de acesso a direitos. \nAo longo do dia\, o público poderá conhecer o trabalho de 17 expositoras\, entre trabalhadoras domésticas\, associadas da Tereza de Benguela\, integrantes da Associação de Moradores do IAPI e participantes da Feira do IAPI. As barracas oferecerão comidas\, bebidas\, artesanato\, brechó\, plantas e temperos. A programação também contará com apresentações culturais\, atividades para crianças e ações de atendimento à comunidade.  \nPara a presidente da Associação de Trabalhadoras Domésticas Tereza de Benguela\, Renata Aline\, a feira celebra a trajetória construída pela entidade ao lado das trabalhadoras domésticas e reafirma o compromisso com a defesa da categoria. \n“A Feira Tereza de Benguela representa um momento muito especial para a nossa Associação. Celebrar os nossos 11 anos de atuação em Belo Horizonte por meio desta iniciativa é reafirmar o compromisso que construímos\, ao longo de mais de uma década\, com a defesa dos direitos\, da dignidade e da valorização das trabalhadoras domésticas e diaristas.” \nA realização da feira também marca uma construção coletiva entre a Associação\, a comunidade do IAPI e o poder público. \n“A realização da Feira só foi possível graças a uma importante parceria com o IAPI e a Diretoria de Políticas para a Igualdade Racial\, a DPIR. É uma construção coletiva\, feita com diálogo\, dedicação e\, acima de tudo\, com o envolvimento das nossas associadas\, que são a força e a razão de existir da nossa entidade.” \nA escolha da data reforça o significado da iniciativa. Além de marcar os 11 anos da Associação\, o dia 25 de julho homenageia Tereza de Benguela\, liderança quilombola que se tornou símbolo da resistência negra\, e celebra o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. Ao reunir cultura\, geração de renda e serviços gratuitos em um mesmo espaço\, a Feira Tereza de Benguela fortalece redes de apoio e amplia a visibilidade do trabalho desenvolvido por mulheres negras da cidade. \n“Celebrar esses 11 anos é também reconhecer cada mulher que caminhou conosco\, que compartilhou sua história\, que fortaleceu outras trabalhadoras e que ajudou a construir esta Associação. Tereza vive!”\, conclui Renata. \nA realização da feira integra um conjunto de ações previstas no projeto apoiado pela Fundação Banco do Brasil\, que prevê duas edições da Feira Tereza de Benguela. A primeira acontece em julho\, dentro da programação do Julho das Pretas\, e a segunda está prevista para o fim deste ano.  \nServiço\nFeira Tereza de Benguela – Julho das Pretas \nData: 25 de julho (sábado)\n Horário: 9h às 17h\n Local: Praça Professor Corrêa Neto – Praça do IAPI\n Endereço: Praça Professor Corrêa Neto\, 43 – São Cristóvão – Belo Horizonte (MG)\n Entrada: Gratuita
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SUMMARY:Festival Sensacional! reúne nomes da música negra brasileira em edição com rap\, pop\, MPB e ritmos afro-brasileiros
DESCRIPTION:A 13ª edição do Festival Sensacional!\, marcada para os dias 8 e 9 de agosto\, no Parque Ecológico da Pampulha\, em Belo Horizonte\, reúne uma programação marcada pela presença de artistas negros de diferentes gerações e territórios. O evento apresenta nomes que atravessam o rap\, o funk\, o pop\, o R&B\, a MPB e as tradições afro-brasileiras\, evidenciando a diversidade da produção musical contemporânea. \nEntre os destaques do sábado (8) está o encontro entre os rappers mineiros Djonga e FBC. A apresentação reúne dois artistas fundamentais para a consolidação do rap produzido em Belo Horizonte e revisita momentos das trajetórias construídas por ambos\, com repertório que inclui músicas em parceria e faixas que marcaram a cena nacional do hip-hop. \nA data também marca a primeira participação de Sarah Sampp no Festival Sensacional!. A artista mineira apresenta o projeto “Visão Piranha”\, mixtape que reúne sete faixas e participações de Mac Júlia e Djonga. O trabalho parte de referências da cultura preta dos anos 1980 para construir uma narrativa que conecta música\, audiovisual\, moda e memória. \nEm “Visão Piranha”\, Sarah Sampp resgata elementos de gêneros como R&B\, Miami Bass\, funk\, soul e hip-hop\, criando uma estética própria a partir do olhar de uma artista jovem da cena mineira. O projeto também incorpora referências da televisão brasileira das décadas de 1980 e 1990\, transformando os lançamentos da mixtape em episódios de um universo ficcional criado pela artista. \nA programação de sábado ainda reúne Gaby Amarantos\, artista paraense que se tornou uma das principais vozes na valorização da música amazônica e do tecnobrega; e Pabllo Vittar\, que leva ao palco uma mistura de ritmos populares brasileiros\, como forró\, arrocha\, tecnobrega e funk. \nO trio Os Garotin apresenta uma sonoridade atravessada pelo soul\, R&B\, hip-hop\, MPB e pop\, enquanto os Gilsons levam ao festival uma pesquisa musical que dialoga com ritmos afro-brasileiros e a tradição construída pela família Gil. \nA nova geração da música urbana também aparece na programação com NandaTsunami\, que transita entre trap\, funk e música eletrônica\, e Sotam\, rapper que combina lirismo\, melodias e influências do R&B em sua produção. \nNo domingo (9)\, o festival recebe o grupo baiano BaianaSystem\, que construiu sua identidade a partir do encontro entre música afro-baiana\, reggae\, sound system e elementos eletrônicos. A apresentação integra a circulação do álbum O Mundo Dá Voltas\, trabalho que ampliou o alcance nacional do grupo. \nO encerramento fica por conta de Gilberto Gil\, um dos principais nomes da música brasileira. Com uma trajetória atravessada pela cultura afro-brasileira\, pelo tropicalismo e por diferentes tradições musicais\, o artista apresenta um repertório que percorre diferentes fases de sua carreira. \nCriado em 2010\, o Festival Sensacional! nasceu no Viaduto Santa Tereza e fez parte do movimento de ocupação cultural dos espaços públicos de Belo Horizonte. Ao longo de mais de uma década\, o evento passou por diferentes locais da cidade e se consolidou como um dos festivais de música mais importantes da capital mineira. \nOs ingressos para sábado estão esgotados. As entradas para domingo\, que terá apresentações de BaianaSystem e Gilberto Gil\, continuam disponíveis. \nServiço\nFestival Sensacional! 2026\nQuando: 8 e 9 de agosto de 2026\nHorário: 13h às 23h\nLocal: Parque Ecológico da Pampulha – Avenida Otacílio Negrão de Lima\, 6.061 – Belo Horizonte\nIngressos: disponíveis pela Sympla
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SUMMARY:Taís Araújo apresenta “Mudando de Pele”\, espetáculo sobre identidade e transformação
DESCRIPTION:Uma das principais atrizes negras da dramaturgia brasileira\, Taís Araújo chega a Belo Horizonte neste fim de semana com o espetáculo “Mudando de Pele”\, seu primeiro solo teatral e montagem que marca seu retorno aos palcos após cinco anos. A peça será apresentada nos dias 8 e 9 de agosto\, no Centro Cultural Unimed-BH Minas\, dentro da programação dos 25 anos do projeto Teatro em Movimento. \nCom direção de Yara de Novaes\, a montagem acompanha a trajetória de Mayah\, uma mulher próxima dos 40 anos que questiona os lugares que ocupa e inicia um processo de transformação pessoal. A personagem passa por uma jornada de reconhecimento da própria identidade a partir do encontro com outras mulheres: Mildred\, uma senhora jamaicana de 90 anos ligada à luta pelos direitos civis\, e Kemi\, uma jovem que constrói sua existência sem abrir mão de sua voz. \nO espetáculo nasce da busca de Taís Araújo por histórias de mulheres que não estejam limitadas às narrativas de dor e sobrevivência. Em “Mudando de Pele”\, a atriz investiga temas como pertencimento\, identidade e as escolhas feitas para se adaptar aos espaços sociais. \nCom mais de 30 anos de carreira\, Taís construiu uma trajetória marcada pela presença de mulheres negras em papéis de destaque no audiovisual e no teatro brasileiro. Nos palcos\, participou de montagens como “O Topo da Montanha”\, ao lado de Lázaro Ramos\, e agora amplia sua relação com o teatro ao protagonizar seu primeiro solo. \nA montagem também reúne artistas negras em sua construção. No palco\, Taís divide a cena com as musicistas Dani Nega e Layla. Dani Nega assina a direção musical do espetáculo\, enquanto Layla apresenta instrumentos como a kora africana\, harpa tradicional dos povos da África Ocidental. \nA direção de Yara de Novaes conduz uma narrativa que mistura atuação\, música e movimento. A diretora\, atriz e professora acumula uma trajetória reconhecida nas artes cênicas brasileiras\, com trabalhos que abordam relações humanas\, identidade e questões sociais contemporâneas. \nA apresentação em Belo Horizonte integra a celebração dos 25 anos do Teatro em Movimento\, projeto criado por Tatyana Rubim para ampliar a circulação de grandes produções teatrais pelo país e aproximar o público mineiro de montagens de diferentes regiões. \nServiço\nTeatro em Movimento apresenta “Mudando de Pele”\, com Taís Araújo \nDatas: 8 e 9 de agosto de 2026\nLocal: Centro Cultural Unimed-BH Minas – Rua da Bahia\, 2.244\, Lourdes – Belo Horizonte \nHorários:\nSábado (8/8): 18h e 20h30\nDomingo (9/8): 17h e 19h30 \nClassificação: 14 anos\nDuração: 80 minutos \nIngressos esgotados
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SUMMARY:Makambas na Rua leva cortejo\, brincadeiras e palhaçaria à Vila Acaba Mundo neste domingo
DESCRIPTION:Mostra cultural começa neste domingo (16) com cortejo pelas ruas da comunidade e apresentação de Led e Lamparina; programação gratuita segue nos dias 23 e 30 de agosto \nA Vila Acaba Mundo recebe\, neste domingo (16)\, a abertura do Makambas na Rua: Brincar\, Contar e Celebrar a Vila Acaba Mundo\, mostra cultural que reúne cortejo\, brincadeiras\, oralidade e manifestações das culturas populares afro-brasileiras. A programação começa às 9h\, na Praça Carioca\, com o Cortejo Makambas\, que percorre as ruas da comunidade convidando as crianças para a programação. Às 10h\, a dupla de palhaçaria Led e Lamparina se apresenta no mesmo local. Todas as atividades são gratuitas. \nRealizada pelo Makamba Brincante\, a mostra ocupa a Vila Acaba Mundo durante três domingos de agosto — 16\, 23 e 30 — com atividades voltadas principalmente às culturas da infância\, à oralidade e às tradições afro-brasileiras. A programação também inclui oficina de brinquedos\, brincadeiras tradicionais\, espetáculo e uma mostra de jovens artistas da própria comunidade. \nA escolha da Vila Acaba Mundo como território da programação está ligada à trajetória das idealizadoras do projeto\, Rita Aragão e Roniza Santiago\, que são artistas\, educadoras e moradoras da comunidade. O trabalho com as crianças do território é desenvolvido há mais de uma década e se tornou uma das bases para a criação do Makamba Brincante. “A nossa história com a Vila Acaba Mundo sempre foi construída ao lado das crianças. É a partir delas que criamos vínculos com as famílias e pensamos ações que fortalecem a convivência\, a memória e o pertencimento”\, afirma Rita Aragão. \nUm domingo de cortejo e palhaçaria\nA abertura do Makambas na Rua começa com o Cortejo Makambas\, que parte da Praça Carioca às 9h e percorre as ruas da Vila Acaba Mundo. A atividade funciona também como um chamado para as crianças participarem da programação. \nNa sequência\, às 10h\, Led e Lamparina apresentam uma performance de palhaçaria. A dupla de artistas negros trabalha em diálogo com as culturas populares\, em uma apresentação que integra a proposta da mostra de aproximar diferentes linguagens artísticas das crianças e das famílias da comunidade. \nA programação continua\nNo domingo seguinte\, 23 de agosto\, a mostra realiza a oficina “Brinquedos de Antigamente”\, das 10h às 12h\, acompanhada por uma manhã de brincadeiras tradicionais. A atividade propõe o encontro entre diferentes gerações a partir dos brinquedos e das formas de brincar. \nO encerramento será no dia 30 de agosto\, novamente na Praça Carioca. Às 10h\, o Makamba Brincante apresenta o espetáculo Menineça Sabi: O Sabor da Infância. Depois\, das 11h30 às 14h\, acontece a Mostra Jovens Talentos\, que reúne artistas da Vila Acaba Mundo. \nA programação foi pensada para acontecer no próprio território e incluir artistas e trabalhadores da comunidade. Para Roniza Santiago\, a proposta também é criar espaço para que os talentos locais apresentem seus trabalhos. “A gente quis que toda a programação acontecesse na Vila Acaba Mundo. Nossa escolha foi fazer os recursos circularem dentro da comunidade\, trabalhar com as pessoas que vivem aqui e mostrar a potência artística que existe no território”\, afirma. \nCultura da infância e memória comunitária\nO Makamba Brincante foi criado por Rita Aragão e Roniza Santiago a partir da atuação das duas como artistas e educadoras. O grupo desenvolve ações em escolas\, centros culturais\, projetos sociais\, praças e comunidades\, reunindo contação de histórias\, música\, brincadeiras\, dança e cultura popular. \nNo Makambas na Rua\, essas linguagens são utilizadas para trabalhar a memória cultural da Vila Acaba Mundo e aproximar crianças\, jovens\, famílias e moradores das manifestações da cultura popular afro-brasileira. \nA mostra é realizada com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Todas as atividades são gratuitas. As apresentações artísticas terão intérprete de Libras\, e a oficina contará com monitor especializado para acolhimento de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. \nServiço\nMakambas na Rua: Brincar\, Contar e Celebrar a Vila Acaba Mundo \n16 de agosto de 2026 – Praça Carioca (Sion)\n9h – Cortejo Makambas\n10h às 12h – Apresentação de palhaçaria com Led e Lamparina \nEntrada gratuita. \nAcessibilidade: intérprete de Libras durante as apresentações artísticas e monitor especializado para acolhimento de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida durante a oficina.
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SUMMARY:Vidas Negras em Cordel promove formação gratuita em BH
DESCRIPTION:Começa nesta terça-feira (1º) a formação gratuita Vidas Negras em Cordel\, realizada pelo Ponto de Cultura Coletivo Iabás\, em Belo Horizonte. A primeira atividade acontece das 16h às 19h\, na Escola Livre de Arte Arena da Cultura NUFAC\, no Centro\, com uma aula dedicada à escrita de cordel. \nA programação reúne três linguagens que se encontram a partir das narrativas negras: contação de histórias afrocentradas\, literatura de cordel e xilogravura. Além da oficina de escrita\, o projeto prevê uma formação em xilogravura e um sarau de cordel ao final da turma. As atividades de contação de histórias já foram realizadas. \nDurante a programação\, o público também poderá conhecer uma exposição de rabecas e matrizes originais utilizadas na impressão de xilogravuras de cordéis clássicos\, pertencentes ao acervo de Olegário Alfredo\, o Mestre Gaio\, mestre de Cultura Popular\, cordelista e rabequeiro. \nA formação é voltada para pessoas com 16 anos ou mais e as inscrições são gratuitas. Esta é a terceira turma do projeto\, que já passou pelo Centro Cultural Liberalino Alves de Oliveira\, no Mercado da Lagoinha\, e pelo Centro Cultural Bairro das Indústrias\, na Regional Barreiro. Em setembro\, o projeto também será realizado no Centro Cultural Urucuia. \nA proposta do Vidas Negras em Cordel parte da literatura de cordel como espaço de criação\, memória e valorização das narrativas negras. As oficinas trabalham com saberes da tradição oral\, poesia e artes visuais para estimular o registro e a ressignificação de histórias e experiências da diáspora negra. \n“Este projeto olha para a história da nossa caminhada. Trazemos os que nos impulsiona e o que nos uniu: a contação de histórias afro centradas feitas por pessoas negras\, acordando nossas histórias que foram intencionalmente esquecidas; a literatura de cordel e o que está agregado\, como a escrita poética do cordel e a arte da xilogravura”\, explica Madu Costa\, arte-educadora\, escritora\, narradora de histórias e cordelista. \nPara Magna Oliveira\, contadora de histórias e educadora antirracista\, a formação também busca ampliar o acesso a essas linguagens e promover encontros entre diferentes gerações. “Queremos também possibilitar a experiência artística transversal nas linguagens que o projeto abraça\, um encontro multigeracional nas salas de trabalho das oficinas proporcionando trocas e afetividades\, trazendo a escuta das histórias da cidade através das histórias dos participantes”\, afirma. \nO projeto é conduzido por integrantes do Coletivo Iabás\, grupo de Belo Horizonte certificado como Ponto de Cultura e dedicado à pesquisa e à narração de histórias sobre os orixás femininos Iabás. Fundado em 2018 por Madu Costa\, Magna Oliveira e Chica Reis\, o coletivo atua nas áreas de tradição oral\, produção cultural\, educação e patrimônio. O Vidas Negras em Cordel é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. \nServiço\nVidas Negras em Cordel – formação gratuita\nQuando: terça-feira\, 1º de setembro\nHorário: 16h às 19h\nLocal: Escola Livre de Arte Arena da Cultura NUFAC\nEndereço: Avenida dos Andradas\, 367\, Centro\, Belo Horizonte\nClassificação: a partir de 16 anos\nValor: gratuito\nInscrições: [formulário de inscrição]\nInstagram: @coletivoiabas
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SUMMARY:Cineclube Mocambo realiza Mostra Maladeza em Belo Horizonte
DESCRIPTION:Quarta edição do projeto\, de 2 a 5 de setembro\, terá seis sessões gratuitas no Cine Humberto Mauro e no Cine Graciano \nO que acontece quando o funk encontra o cinema? Essa é uma das questões que atravessam a Mostra Maladeza — Funk\, Cinema e Vídeo\, quarta edição do Cineclube Mocambo\, que acontece de 2 a 5 de setembro\, em Belo Horizonte. \nCom seis sessões gratuitas\, a mostra reúne filmes\, vídeos digitais\, clipes\, arquivos de internet\, produções virais e memes para investigar as relações entre funk\, música e audiovisual. A proposta é observar não apenas como o funk aparece no cinema\, mas também como suas estratégias criativas\, sonoras e estéticas reverberam em outras formas de produção e circulação de imagens. \nAs sessões serão realizadas no Cine Humberto Mauro e no Cine Graciano e apresentam obras que passam por diferentes formatos e períodos. Entre os trabalhos selecionados estão Estás Vendo Coisas\, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca; Sou Feia Mas Tô na Moda\, de Denise Garcia; Gênesis 22\, de Jeferson De; Terror Mandelão\, de Felipe Larozza e GG Albuquerque; e Gaby Amarantos – Rock Doido (O filme)\, de Guilherme Takshy\, Naré e Gaby Amarantos. \nA curadoria também reúne trabalhos produzidos para a internet e outros formatos audiovisuais\, aproximando diferentes maneiras de criação e circulação relacionadas ao funk. \nA pergunta que orienta a mostra é do videoartista estadunidense Arthur Jafa: “Como fazer com que a música preta ou as imagens pretas vibrem de acordo com certos valores frequenciais que existem na música preta?”. \nNovos curadores\nA edição deste ano também marca a primeira chamada aberta do Cineclube Mocambo para novos curadores. Ara de Araújo\, Arthur Quadra\, Jeane Polva\, Lucas Cabral e Nayara Aguiar foram selecionados e participaram de uma formação com aulas abertas e conversas com GG Albuquerque\, Renan Eduardo\, Rubens Fabricio Anzolin e MC Morena. \nOs cinco passaram a participar da construção das sessões e dos debates junto a Gabriel Araújo e Jacson Dias\, fundadores do Cineclube Mocambo. \nCriado em 2021\, o Cineclube é uma iniciativa de exibição e discussão de filmes realizada em Belo Horizonte. O projeto é voltado à discussão dos cinemas negros brasileiros e internacionais e promove sessões acompanhadas de debates e conversas com o público. \nA Mostra Maladeza — Funk\, Cinema e Vídeo é financiada com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB)\, por meio do Governo Federal em parceria com o Governo do Estado de Minas Gerais\, via Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult-MG). \nServiço\nMostra Maladeza — Funk\, Cinema e Vídeo\nData: 2 a 5 de setembro\nEntrada: gratuita\nRealização: Cineclube Mocambo \nCine Humberto Mauro — Palácio das Artes\nAvenida Afonso Pena\, 1.537\, Centro\, Belo Horizonte – MG \nCine Graciano\nRua Itapecerica\, 468\, Lagoinha\, Belo Horizonte – MG \n02/09 — quarta-feira \n19h — Sequência Molhadinha\nNão Faz C Doce Que Meu P* é Diabético* — João Oliveira (Horus777)\, 2026\, 1’\nBaile Funk na Década de 90 em Fortaleza — DJ Villen Collection Funk\, 2025\, 15’\nEstás Vendo Coisas — Bárbara Wagner e Benjamin de Burca\, 2016\, 17’\nCarlos do Complexo – SXO feat. LARINHX\, Irmãs de Pau e Ebony — Gabe Lima\, 2024\, 4’\nGrão — Gianluca Cozza e Leonardo da Rosa\, 2026\, 24’ \nSessão comentada por Sarah Sampp\, com mediação de Arthur Quadra e Gabriel Araújo. \n03/09 — quinta-feira \n18h30 — Arquivofonia de Assalto\nNada Haver — Juliano Gomes\, 2022\, 12’\nGênesis 22 — Jeferson De\, 1999\, 2’\nCaixa Preta — Saskia e Bernardo Oliveira\, 2022\, 51’ \nSessão comentada por Marco Scarassati\, com mediação de Nayara Aguiar. \n20h30 — Aí eu cheguei\, e acabei com tudo\nCarol e Parafuso – Vou largar de Barriga — Funk Carioca\, 2012\, 4’\nAs aventuras amorosas de um padeiro — Waldyr Onofre\, 1975\, 109’ \n04/09 — sexta-feira \n20h — Deixa Ela Passar\nUm dos Mirantes mais doidos do Serrão — Izabela Rage\, 2026\, 1’\nSou Feia Mas Tô na Moda — Denise Garcia\, 2005\, 59’ \nSessão comentada por Júlia Ho e Trine\, com mediação de Ara de Araújo. \n05/09 — sábado \n17h30 — Pula a Catraca\nAjude os Menor — Janderson Felipe e Lucas Litrento\, 2025\, 15’\nSer feliz no vão — Lucas Henrique Rossi dos Santos\, 2020\, 12’\nA vida dos pombos — João Paulo Freitas e Yago Guedes\, 2023\, 18’\nGaby Amarantos – Rock Doido (O filme) — Guilherme Takshy\, Naré e Gaby Amarantos\, 2025\, 25’ \nSessão comentada por Breno Henrique\, com mediação de Lucas Cabral. \n19h30 — Assombração na Cidade\nVAMPIRO — Nolí Levi e Emilly Guilherme\, 2025\, 17’\ndança — Matheus facchettiiii\, 2026\, 1’\nTerror Mandelão — Felipe Larozza e GG Albuquerque\, 2023\, 73’ \nSessão comentada por Guto Borges e Maíra Neiva\, com mediação de Jeane Polva. \nCuradoria: Gabriel Araújo\, Jacson Dias\, Ara de Araújo\, Arthur Quadra\, Jeane Polva Lourenço Silva\, Lucas Cabral e Nayara Aguiar.
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SUMMARY:Após anunciar cancelamento\, Semana de Cinema Negro de BH confirma realização da 6ª edição
DESCRIPTION:Festival acontece de 14 a 18 de outubro; programação e locais serão anunciados em breve \nA 6ª Semana de Cinema Negro de Belo Horizonte\, que havia sido anunciada como cancelada para 2026\, será realizada. A organização confirmou a nova edição do festival\, que acontece entre 14 e 18 de outubro\, em Belo Horizonte. \nA mudança ocorre enquanto a equipe finaliza um acordo com um correalizador. Por isso\, ainda não foram divulgados os espaços que receberão o festival nem a programação. Segundo a organização\, essas informações serão apresentadas em breve. \nPara Layla Braz\, idealizadora da Semana de Cinema Negro de Belo Horizonte\, a confirmação representa a possibilidade de dar continuidade a uma trajetória construída ao longo de cinco edições. \n“Havíamos anunciado o cancelamento da edição de 2026\, mas a Semana vai acontecer”\, afirma Layla. Ela destaca a importância de manter um festival que aproximou\, ao longo dos anos\, realizadores\, profissionais\, pesquisadores\, estudantes e público e contribuiu para a circulação dos cinemas negros em Belo Horizonte. \nUma trajetória construída desde 2021\nA Semana de Cinema Negro de Belo Horizonte surgiu em 2021\, com a proposta de ampliar o acesso ao cinema negro\, valorizar a produção audiovisual negra e criar espaços de encontro e formação. \nNa estreia\, realizada on-line e gratuitamente durante a pandemia de Covid-19\, foram exibidos 50 filmes de realizadores negros do Brasil\, da África e da diáspora\, além de debates e oficinas. \nDesde então\, o festival acumulou quase 300 filmes exibidos e um público de mais de 30 mil pessoas\, considerando as atividades presenciais e on-line. As cinco edições também levaram realizadores e profissionais de diferentes partes do Brasil e do mundo a espaços como o Cine Humberto Mauro e o Cine Santa Tereza. \nAlém das sessões\, a Semana desenvolve atividades voltadas para crianças e grupos escolares\, ações formativas\, debates e encontros entre realizadores\, pesquisadores\, estudantes\, críticos\, profissionais do audiovisual e público. A programação também conta com recursos de acessibilidade e propostas que aproximam o cinema de outras expressões culturais. \nInscrições para 2026\nUma das principais ações do festival\, a mostra Cine Escrituras Pretas\, recebeu cerca de 300 inscrições de obras de realizadores negros brasileiros para a edição de 2026. \nCom a confirmação da sexta edição\, a organização segue trabalhando na definição dos detalhes do festival. Programação\, locais de realização e demais informações serão divulgados em breve.
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