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SUMMARY:Julianismo estreia “Flerte” na Brexa Cultural com obras que resgatam o olho no olho
DESCRIPTION:A abertura da mostra gratuita\, nesta quinta-feira (18)\, às 19h\, tem a curadoria de Davi DMS \n“Ninguém flerta mais?” com essa provocação que a mostra de Juliana de Oliveira\, a Julianismo\, abre seu período expositivo na Brexa Cultural. Em cartaz até 12 de julho\, a exposição ocupa o espaço da Família de Rua\, que integra a cena cultural do entorno do Viaduto Santa Tereza\, ao lado do Teatro Espanca! e do Kitutu Território Ancestral.  \nA exposição reúne 16 obras em óleo e acrílico produzidas entre 2022 e 2026. Ao longo desse período\, Julianismo foi observando a recorrência de imagens ligadas ao afeto\, ao encontro e às pequenas tensões da paquera em suas pinturas. Em diálogo com referências da história da arte inspiradas por obras que retratam beijos\, a artista passou a construir sua própria interpretação do tema.  \n“Eu tinha visto um beijo de um pintor e falei: eu nunca fiz um beijo. E aí eu fiz uma pintura. Eu queria fazer uma menina lésbica\, mas não queria fazer muito do meu entorno. Eu queria fazer ela do cabelo de creme\, com a blusa de time\, e queria fazer a menina uma cremosa”\, relembra. \nPelos bares e pelas ruas\, foi coletando personagens do cotidiano e transformando encontros\, gestos\, silêncios e presenças em pintura. Obras registram detalhes como um brinco que balança ou um olhar demorado. O título da exposição nasceu durante as conversas com o curador Davi DMS. Ao perceber que a artista repetia constantemente a palavra “flerte” ao falar sobre as obras\, ele identificou ali a síntese do conjunto apresentado na mostra. \nA artista observa que muitas relações passaram a ser mediadas por telas e aplicativos\, tornando os contatos mais distantes e frios. “Essa exposição traz uma cor quente\, um lugar quente\, um lugar do tipo: vamos guardar o celular e vamos olhar para as pessoas\, que a gente tá a fim\, que a gente gosta.”  \nUma das intervenções da mostra reforça essa ideia. Em diálogo com a equipe da Família de Rua\, surgiu a proposta de instalar uma faixa com a frase “Ninguém flerta mais?”\, inspirada na estética das faixas populares espalhadas pelos bairros periféricos. \nA provocação funciona como uma crítica bem-humorada à lógica dos aplicativos de relacionamento e à substituição dos encontros presenciais pelas interações mediadas pelas redes sociais. \nJulianismos e a delicadeza de seu olhar \nA exposição também dialoga diretamente com a trajetória de Julianismo e sua relação com o centro de Belo Horizonte. A artista relembra que grande parte de suas experiências afetivas e de sociabilidade aconteceram em espaços culturais e de convivência da região central da cidade. Para ela\, locais como o Viaduto Santa Tereza\, a Sapucaí\, o Duelo de MCs\, o Too Black e outros espaços do hipercentro sempre funcionaram como territórios de encontro. \n“O centro sempre foi um lugar de encontro para mim. Era onde a gente encontrava os amigos\, conhecia pessoas\, criava vínculos e construía memórias.” \nEla lembra que muitos encontros marcantes aconteceram em contextos de pouco dinheiro\, mas de muita convivência\, reforçando que o afeto não precisa estar condicionado ao consumo. \n“O centro\, para mim\, tem esse lugar de encontro\, de flerte. Aí você vai fazer uma graça\, sobe na Sapucaí para ver a vista. Não tem dinheiro para sentar ali\, mas pelo menos para ver a vista tem\, sabe?”  \nA exposição dialoga com a importância dos espaços públicos e acessíveis na construção dos afetos\, especialmente para a população jovem e periférica. Para Julianismo\, o centro de Belo Horizonte sempre foi um território de encontros\, convivência e descobertas. \n“A gente quer se divertir\, a gente quer namorar\, a gente quer beijar\, a gente quer ser amada\, sabe? Às vezes eu ficava naquela expectativa de encontrar a pessoa sem saber se ela ia naquele rolê. Aí a pessoa aparece e você agradece o universo. O centro\, para mim\, tem esse lugar de encontro.” \nEm cartaz até 12 de julho\, “Flerte” ocupa a Brexa Cultural\, espaço inaugurado em 2026 pela Família de Rua no entorno do Viaduto Santa Tereza. Concebida como centro cultural\, galeria de arte e cineclube\, a Brexa nasce como um novo ponto de encontro e convergência cultural da cidade\, ampliando a atuação da Família de Rua\, organização responsável pelo Duelo de MCs e que há 19 anos promove ocupações culturais e fortalece as culturas urbanas em Belo Horizonte e em outras cidades do país. \nNoite de abertura da exposição “Flerte”\, de Julianismo \nAbertura: 18 de junho\, às 19h \nLocal: Brexa Cultural\nRua Aarão Reis\, 554 – Centro (entorno do Viaduto Santa Tereza) \nEntrada gratuita \nVisitação: até 12 de julho\nTerça a sábado\, das 16h às 20h
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SUMMARY:NUH! Festival de Arte Gráfica 2026 reúne arte impressa\, futebol e cultura urbana na Funarte MG
DESCRIPTION:Nos dias 11 e 12 de julho\, o NUH! Festival de Arte Gráfica 2026 ocupa novamente a Funarte MG\, em Belo Horizonte\, com uma programação gratuita que reúne feira gráfica e de publicações\, exposição\, oficinas\, palestras\, bate-papos\, apresentações musicais\, pintura ao vivo\, mesão de desenho\, troca de stickers\, DJs e área de alimentação.\n\n \n\nNesta edição\, o festival propõe um diálogo entre as artes impressas e o futebol popular\, a partir das referências da várzea e das técnicas analógicas de impressão. A programação reúne artistas\, produtores gráficos\, ilustradores\, fotógrafos\, músicos e iniciativas independentes em dois dias de atividades.\n\n \n\nEntre os destaques está a exposição “Peita de Rima – Futebol\, moda e identidade nas batalhas de MCs”\, dos fotógrafos Pâmela Bernardo e Cadu Passos\, que apresenta registros das relações entre futebol\, estética e cultura hip-hop. A programação também conta com apresentação musical do MC e fotógrafo Matéria Prim.\n\n \n\nA feira gráfica do NUH! reúne 135 expositores com trabalhos de diferentes linguagens\, como ilustração\, design\, publicações independentes e outras produções impressas. O festival também oferece oficinas para diferentes públicos\, palestras e conversas sobre imagem\, cultura e produção artística\, além de atividades como mesão de desenho\, troca de stickers\, confronto urbano de estilos e serigrafia ao vivo.\n\n \n\nA programação musical será realizada pela Rádio NUH!\, com DJs convidados ao longo dos dois dias. O evento também conta com a área de alimentação Olha o Rango\, com participação de iniciativas da gastronomia e da cultura local.\n\n \n\nO NUH! Festival de Arte Gráfica 2026 é realizado com recursos da Política Municipal de Fomento à Cultura de Belo Horizonte (Modalidade Fundo)\, com apoio da Funarte e parcerias do Disgrama F.C. e da Street Screen.\n\n \n\nServiço\nNUH! Festival de Arte Gráfica 2026 – Arte Impressa\, Futebol e Luta\n11 e 12 de julho (sábado e domingo)\nFunarte MG – Rua Januária\, 68\, Centro\, Belo Horizonte\nEntrada gratuita\nInstagram: @festivalnuh\nInformações: festivalnuh@gmail.com
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SUMMARY:Djamila Ribeiro lança nova edição de “Lugar de fala” e abre celebrações de 40 anos do Sempre Um Papo
DESCRIPTION:O Sempre Um Papo inicia as comemorações de seus 40 anos de trajetória com a participação da filósofa e escritora Djamila Ribeiro\, que apresenta a edição comemorativa ampliada de “Lugar de fala” (Rosa dos Tempos / Record). O encontro acontece no dia 13 de julho\, segunda-feira\, às 19h\, no Auditório do TCEMG\, em Belo Horizonte. A entrada é gratuita\, por ordem de chegada\, conforme a capacidade do espaço. Após o debate\, haverá sessão de autógrafos. \nConsiderada uma obra de referência nos debates sobre representatividade\, racismo e democracia no Brasil\, “Lugar de fala” ganha uma nova edição com capítulos inéditos\, ampliando a reflexão proposta por Djamila Ribeiro sobre como as posições sociais influenciam a construção dos discursos\, a produção de conhecimento e os processos de silenciamento presentes nas estruturas sociais. \nPublicado originalmente em 2017\, o livro recebe uma edição comemorativa ampliada lançada em junho de 2026 pelo selo Rosa dos Tempos\, da Editora Record. A publicação integra a Coleção Feminismos Plurais e conta com quatro capítulos inéditos\, além de apresentação da filósofa e escritora Grada Kilomba e prefácio da autora Chimamanda Ngozi Adichie. \nNa obra\, Djamila Ribeiro desenvolve o conceito de “lugar de fala” para discutir como diferentes experiências sociais atravessam a construção das vozes na sociedade. O livro aborda desigualdades\, poder e produção de conhecimento\, aproximando reflexões acadêmicas do debate público. \nFilósofa\, escritora\, professora e pesquisadora\, Djamila Ribeiro é mestre em Filosofia Política pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e atua nas áreas de feminismo negro\, relações raciais e direitos humanos. É autora de “Quem tem medo do feminismo negro?”\, “Pequeno manual antirracista” e “Lugar de fala”\, obras que se tornaram referências no pensamento contemporâneo brasileiro. \nA edição especial integra a programação de 40 anos do Sempre Um Papo\, que em 2026 celebra quatro décadas de encontros entre autores e leitores. Criado em Belo Horizonte pelo jornalista e gestor cultural Afonso Borges\, o projeto já realizou mais de 9 mil eventos em diversas cidades brasileiras\, promovendo o acesso gratuito à literatura e ao debate público. \nAo longo de sua trajetória\, o Sempre Um Papo consolidou parcerias com instituições e realizou encontros com importantes nomes da literatura e do pensamento contemporâneo\, como Ana Maria Gonçalves\, Mia Couto\, Itamar Vieira Junior\, Conceição Evaristo e Ailton Krenak. A programação comemorativa de 40 anos também já confirmou participações de Bruna Lombardi\, em agosto\, e Cristovão Tezza\, em setembro. \nA parceria com o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG) amplia esse percurso ao aproximar literatura\, cidadania e temas ligados à vida coletiva\, como educação\, meio ambiente\, território e direitos. O projeto Sempre Um Papo – 40 anos tem patrocínio da Copasa e do Itaú\, por meio da Lei Rouanet\, e é realizado em conjunto com o TCEMG e o TCECultural. \nO ano comemorativo também marca o reconhecimento da trajetória de Afonso Borges\, que recebeu em junho de 2026 o Prêmio Faz Diferença\, concedido pelo jornal O Globo na categoria Livros. A homenagem destaca sua atuação na formação de leitores e na democratização do acesso à cultura. \nServiço \nSempre Um Papo TCE CulturalDjamila Ribeiro – lançamento de “Lugar de fala” \nData: 13 de julho de 2026 (segunda-feira)Horário: 19hLocal: Auditório do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG)Av. Raja Gabaglia\, 1.315\, Luxemburgo – Belo Horizonte \nEntrada gratuita\, por ordem de chegada\, conforme capacidade do espaço.
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SUMMARY:Estação do Samba celebra o samba comunitário no Dom Cabral
DESCRIPTION:Primeira edição do projeto acontece no dia 19 de julho\, dentro do 2º Arraiá do Trem Du Bão\, com apresentações do Amigos do DomCa\, Fabinho do Terreiro\, Amanda Júlia e Waguinho Marrone \nO samba produzido nas comunidades de Belo Horizonte ganha um novo espaço de encontro. No próximo domingo\, 19 de julho\, o Estação do Samba realiza sua primeira edição na Praça da Comunidade\, no bairro Dom Cabral\, com programação gratuita das 15h às 17h30. \nA estreia reúne o grupo anfitrião Amigos do DomCa e os convidados Fabinho do Terreiro\, Amanda Júlia e Waguinho Marrone\, em uma tarde dedicada à valorização do samba\, da cultura popular e dos artistas que movimentam os territórios da capital mineira. \nCriado para fortalecer a produção artística local\, promover o intercâmbio entre sambistas de diferentes regiões da cidade e ampliar o acesso à cultura\, o projeto realizará quatro encontros ao longo dos próximos meses. Cada edição contará com apresentações musicais\, feira de economia criativa\, comercialização de comidas e bebidas\, espaço para crianças e atividades voltadas para toda a família. \nDa mobilização comunitária ao encontro de samba\nO Estação do Samba nasceu a partir de uma experiência comunitária promovida pelo Bloco Trem Du Bão. Durante uma ação para arrecadar recursos destinados a obras na Associação de Bairro do Dom Cabral\, o bloco organizou um arraiá aberto ao público. Sem recursos para contratar uma atração musical\, moradores e músicos da comunidade decidiram se reunir para uma apresentação voluntária. \nDessa iniciativa surgiu o Amigos do DomCa\, grupo formado por Maurilio Rabello (Badá)\, Rodrigo\, Flávio\, Caio\, Reginaldo\, Evandro e Júlio. A mobilização reuniu moradores\, fortaleceu os vínculos comunitários e revelou a música como uma ferramenta de encontro\, pertencimento e convivência. \nA repercussão positiva da iniciativa inspirou a criação do Estação do Samba\, que passa a ocupar a Praça da Comunidade com uma programação gratuita voltada à valorização do samba como expressão da cultura popular e patrimônio cultural brasileiro. \nNesta primeira edição\, o encontro entre o Amigos do DomCa\, Fabinho do Terreiro\, Amanda Júlia e Waguinho Marrone celebra diferentes trajetórias do samba belo-horizontino e reforça a importância da valorização dos artistas locais e da ocupação dos espaços públicos pela cultura. \nRealizado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte (LMIC)\, na modalidade Fundo Municipal de Cultura\, o projeto busca fortalecer quem faz samba na cidade\, incentivar a circulação de artistas e transformar a Praça da Comunidade em um espaço permanente de encontro\, convivência e celebração da cultura popular. \n2º Arraiá do Trem Du Bão\nA estreia do Estação do Samba integra a programação do 2º Arraiá do Trem Du Bão\, que acontece nos dias 18 e 19 de julho\, na Praça da Comunidade\, no bairro Dom Cabral. \nEm sua segunda edição\, o evento reúne música\, encontros de batuqueiros\, samba\, sertanejo\, quadrilha\, apresentações culturais\, show de prêmios\, comidas e bebidas típicas\, feira de economia criativa e atividades para toda a família. \nCriado pelo Bloco Trem Du Bão\, o arraiá celebra a cultura popular e os encontros comunitários\, transformando a Praça da Comunidade em um espaço de convivência\, lazer e valorização das tradições culturais. \nServiço\nEstação do Samba – 1ª ediçãoData: 19 de julho de 2026 (domingo)Horário: 15h às 17h30 \nAtrações:Amigos do DomCaFabinho do TerreiroAmanda JúliaWaguinho Marrone \nLocal: Praça da Comunidade – Dom Cabral – Belo Horizonte (MG)Entrada: gratuita \n2º Arraiá do Trem Du BãoDatas: 18 e 19 de julho de 2026 \nHorários:18 de julho (sábado): a partir das 15h19 de julho (domingo): a partir das 10h \nProgramação: música\, encontros de batuqueiros\, samba\, sertanejo\, quadrilha\, apresentações culturais\, comidas e bebidas típicas\, feira de economia criativa e atividades para toda a família. \nLocal: Praça da Comunidade – Dom Cabral – Belo Horizonte (MG)Entrada: gratuita
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SUMMARY:Feira Tereza de Benguela comemora 11 anos de associação de trabalhadoras domésticas e o Julho das Pretas
DESCRIPTION:Evento gratuito acontece no dia 25 de julho\, na Praça do IAPI\, reunindo exposição de empreendedoras\, programação cultural\, serviços públicos e ações voltadas à autonomia econômica das mulheres negras \nNo dia 25 de julho\, data em que é celebrado o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia de Tereza de Benguela\, a Associação de Trabalhadoras Domésticas Tereza de Benguela comemora 11 anos de atuação com a realização da primeira edição da Feira Tereza de Benguela. O evento acontece das 9h às 17h\, na Praça Professor Corrêa Neto\, no IAPI\, com entrada gratuita\, integrando a programação do Julho das Pretas\, promovida pelo Departamento de Promoção da Igualdade Racial (DPIR) da Prefeitura de Belo Horizonte. \nA feira integra um projeto da Associação voltado ao fortalecimento da autonomia econômica de trabalhadoras domésticas diaristas de Belo Horizonte e da Região Metropolitana. A iniciativa busca ampliar as oportunidades de geração de renda\, incentivar o empreendedorismo e valorizar os saberes e a produção dessas mulheres\, que compõem uma categoria formada majoritariamente por mulheres negras e ainda marcada pela informalidade\, pela instabilidade nas relações de trabalho e pela dificuldade de acesso a direitos. \nAo longo do dia\, o público poderá conhecer o trabalho de 17 expositoras\, entre trabalhadoras domésticas\, associadas da Tereza de Benguela\, integrantes da Associação de Moradores do IAPI e participantes da Feira do IAPI. As barracas oferecerão comidas\, bebidas\, artesanato\, brechó\, plantas e temperos. A programação também contará com apresentações culturais\, atividades para crianças e ações de atendimento à comunidade.  \nPara a presidente da Associação de Trabalhadoras Domésticas Tereza de Benguela\, Renata Aline\, a feira celebra a trajetória construída pela entidade ao lado das trabalhadoras domésticas e reafirma o compromisso com a defesa da categoria. \n“A Feira Tereza de Benguela representa um momento muito especial para a nossa Associação. Celebrar os nossos 11 anos de atuação em Belo Horizonte por meio desta iniciativa é reafirmar o compromisso que construímos\, ao longo de mais de uma década\, com a defesa dos direitos\, da dignidade e da valorização das trabalhadoras domésticas e diaristas.” \nA realização da feira também marca uma construção coletiva entre a Associação\, a comunidade do IAPI e o poder público. \n“A realização da Feira só foi possível graças a uma importante parceria com o IAPI e a Diretoria de Políticas para a Igualdade Racial\, a DPIR. É uma construção coletiva\, feita com diálogo\, dedicação e\, acima de tudo\, com o envolvimento das nossas associadas\, que são a força e a razão de existir da nossa entidade.” \nA escolha da data reforça o significado da iniciativa. Além de marcar os 11 anos da Associação\, o dia 25 de julho homenageia Tereza de Benguela\, liderança quilombola que se tornou símbolo da resistência negra\, e celebra o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. Ao reunir cultura\, geração de renda e serviços gratuitos em um mesmo espaço\, a Feira Tereza de Benguela fortalece redes de apoio e amplia a visibilidade do trabalho desenvolvido por mulheres negras da cidade. \n“Celebrar esses 11 anos é também reconhecer cada mulher que caminhou conosco\, que compartilhou sua história\, que fortaleceu outras trabalhadoras e que ajudou a construir esta Associação. Tereza vive!”\, conclui Renata. \nA realização da feira integra um conjunto de ações previstas no projeto apoiado pela Fundação Banco do Brasil\, que prevê duas edições da Feira Tereza de Benguela. A primeira acontece em julho\, dentro da programação do Julho das Pretas\, e a segunda está prevista para o fim deste ano.  \nServiço\nFeira Tereza de Benguela – Julho das Pretas \nData: 25 de julho (sábado)\n Horário: 9h às 17h\n Local: Praça Professor Corrêa Neto – Praça do IAPI\n Endereço: Praça Professor Corrêa Neto\, 43 – São Cristóvão – Belo Horizonte (MG)\n Entrada: Gratuita
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